Dos muitos reforços a chegar ao Dragão neste defeso, Agustin Marchesín é um dos nomes que mais tem recolhido unanimidade no seio dos adeptos azuis e brancos, fruto das boas exibições que tem protagonizado entre os postes da baliza do FC Porto. Depois de uma estreia que serviu de bom cartão de visita, ante o Krasnodar, o guardião argentino tem dado continuidade ao impacto que lançou na Rússia, somando defesas e jogos que deixam tranquilos os que duvidavam de que seria possível substituir Iker Casillas.
Uma entrada triunfal numa até então inédita oportunidade de jogar na Europa, à qual o guardião pretende dar seguimentos, acima de tudo para honrar que o clube lhe deu de cumprir um desejo há muito almejado.
"Estou sobretudo feliz pela oportunidade de jogar aqui. Para mim, este é um momento muito importante, porque chegar a um clube como o FC Porto é o sonho de qualquer sul-americano. Estão a dar-me esta oportunidade e quero agarrá-la com alma e paixão, que é também aquilo que me caracteriza como jogador", começou por dizer, em entrevista à Revista Dragões, à qual garantiu estar pronto para manter o nível.
"Contrataram-me para isso, para estar atentos às oportunidades que o adversário possa aproveitar. É óbvio que procuro sempre dar o meu melhor, tentando crescer e melhor de dia para dia, sempre com o objetivo de que a equipa possa conquistar algo importante com a ajuda dos meus companheiros , que formam um grupo muito bom , e com ganas de conseguir coisas importantes por este clube", acrescentou.
A herança de render Iker Casillas, um guarda-redes que o próprio assume ter sempre tido como ídolo, é, acima de tudo, uma honra para o guarda-redes.
"Sempre admirei o Iker. Quando cheguei ao Porto a minha família enviou-me uma entrevista que dei há dez anos, na minha primeira chamada à seleção argentina, que na altura jogou contra Espanha, e lá, no Lanús, no clube onde eu estava, perguntaram-se se eu ia pedir ao Iker para tirar um foto top com ele, já que era o meu ídolo, mas eu respondi que obviamente não dava, pela situação, porque era um jogo muito importante e porque se tratava da minha primeira chamada à seleção. É um guarda-redes que sempre admirei e tê-lo como companheiro agora é algo único. No pouco que ele pude falar com ele até agora deu para perceber que se trata de uma boa pessoa, que já ganhou uma montanha de troféus e com o passar dos dias vou-lhe pedir conselhos para amuderecer, para crescer, para um montão de coisas", referiu.
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