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O Ministério Público refere, no âmbito da Operação Pretoriano, que Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, forneceu "cartões de sócio a cidadãos que não eram sócios" para que estes pudessem aceder à Assembleia Geral Extraordinária do dia 13 de novembro do ano passado.
"No parque 1 do Estádio do Dragão, Fernando Madureira encontrava-se na parte inicial da fila de acesso à credenciação a organizar a respetiva fila, fornecendo cartões de sócio a cidadãos que não eram sócios, levando a que dessa forma pessoas da sua confiança acedessem à assembleia. Posteriormente, Fernando Madureira (Macaco) e Hugo Alexandre de Sousa Carneiro (Polaco), dirigiram-se para junto da mesa onde decorria o processo de credenciação, e combinados entre si, apoderaram-se de pulseiras de acesso, entregando-as a indivíduos da sua confiança que já se encontravam no corredor da área técnica, bem como a outros indivíduos que ainda estavam no exterior. Tal atuação visava a colocação de um universo de pessoas da sua confiança no interior do auditório onde iria decorrer a assembleia por forma a que se esgotasse a capacidade máxima de 400 lugares", pode ler-se no documento.
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