O PONTA-DE-LANÇA portista Pena voltou a ser decisivo para o triunfo da equipa com os dois golos obtidos frente ao Wisla Cracóvia. O brasileiro conseguiu dar corpo à estratégia que o técnico Fernando Santos, por certo, tinha pedido no balneário: marcar cedo para evitar que um golo contrário trouxesse impaciência e comprometesse a eliminatória. Mas Pena não se limitou a cumprir a primeira parte das ideias do treinador. Era mais do que aconselhável outro golo, o do descanso, que pudesse dar à equipa a grande vantagem de poder dedicar-se ao controlo de bola. Uma vantagem face à maior capacidade técnica dos dragões e ainda com o benefício de em qualquer contra-ataque poder "matar" o jogo e decidir a qualificação.
Pena confirma: "Executámos na perfeição as indicações que o técnico tinha dado para este jogo. Impusemos o nosso futebol, a nossa maior capacidade, com alguma paciência. Era preciso que a equipa fizesse as coisas com calma. Sabíamos que somos melhores e acabámos por demonstrá-lo."
O Wisla Cracóvia era a única equipa, das que o avançado já tinha defrontado, a que não tinha conseguido marcar. O par de tentos parece a vontade maior de Pena de não querer deixar dúvidas. Mas o pecúlio de é um aspecto que o avançado prefere colocar em segundo plano: “Os golos são sempre importantes porque decidem os jogos, mas não os encaro como apenas um mérito pessoal e sim como o valor que têm para a equipa. Neste caso, ajudaram ao triunfo e isso é que conta."
Está mais do que confirmada a boa adaptação de Pena ao futebol portista e a sua apetência pela baliza. O avançado parece que foi "inventado" para a equipa. Um aspecto que o jogador valoriza: "O FC Porto está cada vez mais confiante e a praticar melhor futebol. Todos sentimos que ainda podemos render mais, e é para esse objectivo que trabalhamos."
O Wisla está "arrumado", mas sexta-feira há sorteio para conhecer o novo adversário. Pena não escolhe: "Este embate foi apenas uma etapa da meta que queremos atingir. Não tenho preferência por qualquer tipo de adversário. Todos sabemos que a partir desta fase não existem adversários fáceis. Aliás, os jogos feitos até agora deixaram perceber isso. O maior desejo é que a equipa continue a melhorar e, seja contra quem for, que consiga a qualificação. Vamos ver o que dita a sorte e, depois de saber qual o oponente, trabalhar para estarmos preparados para seguir em frente quando os encontros chegarem. Se continuarmos a progredir assim, temos muito boas possibilidades."
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