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Pinto da Costa criticou alguns pontos do Código de Conduta imposto pela DGS para o regresso do futebol, nomeadamente a obrigatoriedade dos jogadores e outros intervenientes de apenas poderem sair de casa para o estádio ou treino.
"Não comprendo como se quer proibir um profissional de futeobl, que tem de ir diretamente para casa, não pode conviver com ninguém. Se isso é importante então desprezo para os outros profissionais. Por que é que o profissional da restauração pode ir do restaurante para onde quiser? Isso é cortar a libertade das pessoas. Mas os experts analisam. Todos os que ouvi da medicina acham que há coisas que não compreendem", disse o presidente do FC Porto.
Questionado sobre as posições de Danilo, Soares e Zé Luís contra o Código de Conduta, Pinto da Costa diz que "tomaram uma posição individual" e que ainda "nem leu tudo", voltando a falar do documento da DGS: "Não analisei tudo o que foi proposto mas sei que admitiram que tem de ter retificações, é apenas um ponto de partida. Eles ouvem quem querem. Mas fazer uma reunião sem ouvir os especialistas, como o dr. Froes, e os édicos dos clbes, acho estranho. Mas nada posso fazer."
"Se a norma de conduta não vier complicar, há todas as condições para o futebol voltar. Se o futebol não voltar, mais nenhuma atividade pode voltar. Corre muito mais perigo um funcionário da restauração do que um jogador, na casa dos 30, com cuidados médicos da máxima atenção", vincou.
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