Questionado sobre a situação de Adrián López, Pinto da Costa recordou a forma como o negócio foi feito, explicando que Jorge Mendes teve um papel chave na negociação, mas que acabou por não cumprir parte daquilo que se propunha fazer.
"Tem uma história. Como não conhecia, [Lopetegui] quis basear-se em jogadores espanhóis. Não por ser espanhóis, mas sim por serem de um campeonato que conhecia, de jogadores que conhecia. Com tanta insistência, entrei em contacto com o At. Madrid, com o empresário Jorge Mendes e deram-me um preço exorbitante: 60 por cento por 11 milhões de euros. E eu disse logo que não, nem pensar. Entretanto, o empresário apresentou uma solução à qual hoje voltava a dizer que sim. A ideia seria aceitarmos letras dos 11 milhões, todas para um ano depois. E ele disse-nos que tivéssemos problemas, que se não o quiséssemos, que ele pelo mesmo preço colocava o jogador. O treinador queria-o, era caro, mas o empresário garantiu que o tirava daqui sem risco. O tempo foi passando, o empresário não o colocou, não pôs o dinheiro... Quando vieram as letras, nós é que tivemos de as pagar", recordou, ao Porto Canal.
"Não perdi confiança, mas negócios destes nunca mais faço", finalizou ainda.
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