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Na reta final de 2017, a SAD do FC Porto seguiu a linha que tem mantido nos últimos anos e recorreu a vários empréstimos bancários no sentido de antecipar receitas, o que é denominado por 'factoring'. Assim, os dragões realizaram quatro movimentos deste tipo, garantindo a entrada imediata de 18,287 milhões de euros por conta de pagamentos que teria a receber no futuro, dispondo-se a pagar uma taxa de juro por esse serviço.
Ao contrário do que vinha sendo regra, desta vez os azuis e brancos não procuram acelerar a entrada de mais verbas resultantes dos contratos realizados com a MEO/Altice, fonte que recentemente foi estimado já ter permitido o encaixe prematuro de 91 milhões de euros. O principal foco foram as receitas da UEFA, resultantes da participação na Liga dos Campeões, com recurso ao Internationales Bankhaus Bodensee AG, um banco alemão.
Para além disso, o FC Porto também procurou assegurar mais rapidamente os 10,945 milhões que ainda tinha a receber pela transferência de Rúben Neves para o Wolverhampton. O pagamento desse empréstimo será feito em duas prestações, em dezembro de 2018 e no mesmo mês de 2019.
No total, na rubrica designada como "Empréstimos bancários" e "Empréstimos obrigacionistas", a sociedade declara um valor corrente de 112,173 milhões de euros, mais 78,5 milhões não correntes. O detalhe dos montantes que podem ser exigidos a curto prazo é de 24,837 milhões em empréstimos bancários, 30,321 milhões em 'factoring', 12,021 milhões de euros relativos a papel comercial, 107 mil euros de Leasing e mais 44,886 milhões de euros em empréstimos obrigacionistas.
Somados os valores correntes e não correntes, a dívida bancária do FC Porto ascende a 190,7 milhões de euros.
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