Diz uma das velhas máximas do futebol que “em equipa que ganha não se mexe” e Vítor Pereira bem gostaria de não ter alterado o onze que ajudou a montar ao lado de André Villas-Boas. Só que diversas contingências levaram a que o atual treinador do FC Porto tivesse de proceder a diversas mexidas ao longo de um mês e meio. A saída de Radamel Falcão abriu as hostilidades, as competições de seleções condicionaram e as lesões também não ajudaram.
Os campeões nacionais passaram por um período complicado, com os empates diante do Feirense e do Benfica e a derrota com o Zenit, mas a bonança veio com o triunfo em Coimbra. Nesse encontro, o FC Porto apresentou pela primeira vez uma equipa composta unicamente por jogadores da época passada. Kléber, o único reforço que tinha sido titular em todas as partidas, deu lugar ao seu compatriota Walter. Até aí o técnico foi feliz, uma vez que o Bigorna marcou o primeiro golo de uma vitória confortável, provando que a “velha guarda” vale ouro.
O 4x3x3 “à moda antiga” contou com os protagonistas que estiveram na base dos sucessos da época passada. Entre Fucile e Sapunaru não existem diferenças substanciais em termos de argumentos técnicos. Os restantes defesas que fazem a guarda de honra de Helton são indiscutíveis, apesar das investidas esporádicas de Maicon.
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