A crónica do FC Porto-Olympiacos, 0-1: amarrados numa tristeza infinita
Dragões somam mais uma exibição desoladora, à imagem dos cacos em que se encontra a sua confiança
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Há anos, antes de se juntar a outros mitos já idos do futebol, Johan Cruyff disse-nos que este é um jogo que se joga com a cabeça, as pernas, essas, estão lá sobretudo para ajudar. E esta vertente do jogo vai muito além da criatividade que um processo mental é capaz de fazer florescer, por isso, não é por acaso que o futebol atual, de alta competição, olha cada vez mais para o plano emocional dos jogadores e das equipas como um todo. Nesse plano, não é preciso ser perito, este FC Porto está de rastos.