Advogado de Mora responde a Villas-Boas: «Está com muito medo do que lhe possa trazer este ano»
Luís Miguel Henrique diz que o presidente do FC Porto tem "telhados de cristal"
Luís Miguel Henrique respondeu às acusações de André Villas-Boas - que apelidou o advogado de Rodrigo Mora de "oportunista à procura de palco" -, afirmando que o presidente do FC Porto não tem legitimidade para usar tal conceito, visto ser "um treinador com telhados de cristal, que depois de sair de Portugal quase nada mais fez que colecionar despedimentos e indemnizações chorudas por incompetência de resultados".
Numa nota enviada a Record, o advogado diz que, no processo da venda do jovem médio para a AS Roma, que a sua "única interação com a pessoa do FC Porto foi de garantir que o seu Presidente não voltaria a 'trocar as tintas' no processo em causa, seja por influência de terceiros, pelo medo dos adeptos ou da sombra e legado de Jorge Nuno Pinto da Costa que ainda se faz sentir no Dragão".
E, a finalizar, afirmou que AVB receia o que possa suceder esta temporada: "o André coloca-me no mesmo patamar de Benfica, Sporting, Arbitragem portuguesa... Não ache que mereça tal honraria, mas já se percebeu que André, apesar do excelente trabalho que está a desenvolver à frente dos destinos do FC Porto, está com medo, muito medo do que lhe possa trazer este ano... e como diria o Diácono Remédios 'Não havia necessidade!'"
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Leia as declarações na íntegra:
"Na loja do Mestre André
"Tem absoluta razão André Villas Boas quando afirma que a minha intervenção teve '(...) zero influência no desfecho das negociações entre clubes', até porque a minha única interação com a pessoa do FC Porto foi de garantir que o seu Presidente não voltaria a 'trocar as tintas' no processo em causa, seja por influência de terceiros, pelo medo dos adeptos ou da sombra e legado de Jorge Nuno Pinto da Costa que ainda se faz sentir no Dragão.
Já não tem tanta razão assim quando resvala para a alusão ao 'palco', porque esse tenho aquele que a Medialivre muito honrosamente me confere semanalmente... e se mais não tenho é porque não quero.
Quanto ao eventual 'oportunismo' de que fala, só me apraz dizer que ninguém melhor que um treinador com telhados de cristal, que depois de sair de Portugal quase nada mais fez que colecionar despedimentos e indemnizações chorudas por incompetência de resultados, para falar de tal conceito.
Quem me conhece bem, a minha grande vantagem é que a minha liberdade intelectual provém de não só não depender de nenhum cliente, nem sequer de uma única atividade profissional e muito menos do futebol.
Nunca procurei nenhuma guerra, mas também nunca fugi de nenhuma seja no futebol, política ou finanças.... Repito, que da pessoa do FC Porto com quem reuni apenas coisas positivas tenho a dizer.
Para finalizar, no seu editorial, o André coloca-me no mesmo patamar de Benfica, Sporting, Arbitragem portuguesa... Não ache que mereça tal honraria, mas já se percebeu que André, apesar do excelente trabalho que está a desenvolver à frente dos destinos do FC Porto, está com medo, muito medo do que lhe possa trazer este ano... e como diria o Diácono Remédios 'Não havia necessidade!'"