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Manuel Barroso diz que vai tornar públicas imagens da zona onde ocorreram as altercações mais graves
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Manuel Barroso, alcaide de Cartaya, voltou a visar Sérgio Conceição, garantindo que a versão entretanto divulgada pelo treinador é falsa. Além de refutar as imagens já publicadas dos incidentes, garante que há mais vídeos do que se passou no túnel.
"Estamos à procura de algumas imagens porque sabemos que um rapaz registou o que se passou no interior do túnel, que foi onde ocorreu a altercação mais grave. Quando as tivermos, torná-las-emos públicas e utilizá-las-emos como entendermos", referiu Manuel Barroso, em declarações ao El Desmarque, que voltou a vincar que o comportamento de Sérgio Conceição pode ser considerado crime: "Não sei se sabe no que se está a meter. Como presidente da Câmara, sou a autoridade máxima de uma cidade. O que ele me fez é um crime tipificado no Código Penal e, só por isso, vai ter de se apresentar aqui perante um juiz. O que se passou ali era suficiente para o prender, mas quisemos deixar passar, porque ele era uma figura pública e não queríamos que o assunto se prolongasse."
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O alcaide de Cartaya comentou ainda o vídeo divulgado na noite de segunda-feira, onde se vê da sua parte um comportamento agressivo para com Moisés Conceição. "Se me denunciarem por agressão por causa desse vídeo, não têm nada. É uma pena que o vídeo possa ser visto das bancadas, mas não ouvido. Quando apareço no vídeo, ele e o filho estavam a insultar o árbitro. Foi então que intervi e pedi-lhes para abandonarem o relvado. Depois, o rapaz diz-me que eu não sei com quem estou a falar, que ele é a autoridade máxima em Portugal. É então que me veem tocar-lhe no braço para o acompanhar para fora do campo, e ele empurra-me e eu tento impedi-lo. Enquanto nos dirigimos para o túnel, os insultos e as ameaças são constantes", explicou Manuel Barroso, garantindo ter várias testemunhas que comprovam a sua versão da história.
"Tenho o testemunho do árbitro, que também denunciou este homem; o da Polícia e da Guardia Civil, que tiveram de intervir e pedir reforços, e têm o seu relatório; e com um grande número de testemunhas oculares, que estavam no túnel. O relatório da Guardia Civil existe. Não acredito que este homem tenha razão e que todos nós, Polícia, Guardia Civil, árbitro, testemunhas e eu próprio, estejamos errados", atirou o espanhol, que aproveitou para criticar a atuação das autoridades portuguesas em todo o processo.
"A Guarda Nacional portuguesa não nos está a dar a morada deste senhor para processarmos a queixa. Para a podermos processar, temos de ter a sua morada, e até agora não recebemos resposta. Gostaríamos de pensar que este atraso não é intencional, mas estamos muito surpreendidos porque há sempre uma cooperação muito estreita", criticou Manuel Barroso, que, a fechar, deixou reparos ao comunicado do FC Porto por contar apenas uma versão da história.
"Os meus advogados viram o vídeo e disseram-me que não há nada. Se a queixa do Sr. Sérgio Conceição é por ter agredido o filho, não me parece que aquelas imagens possam ser qualificadas como uma agressão. Penso que o F. C. Porto está enganado. O clube, no seu comunicado, garante que não aconteceram uns factos nos quais não estava presente. Apenas dispõem do testemunho do seu treinador", finalizou.
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