André Silva, a braçadeira, a Supertaça e a marca de 19 golos que não compra: «Tento sempre chegar ao máximo»
Avançado do FC Porto diz que o capitão é Diogo Costa e, sobre o duelo com o Torreense, assinala: "O favoritismo ganha-se em campo"
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Em entrevista à Sport TV não terminou sem antes André Silva falar da braçadeira de capitão do FC Porto, da Supertaça com o Torreense e de uma eventual marca de 19 golos para atingir nesta época de regresso ao FC Porto. "Não assino por baixo", disse a esse propósito.
Será um dos capitães do FC Porto?: "Na verdade não tinha pensado nisso. Acho que os capitães ainda não foram mencionados. O capitão é o Diogo, entre outros que estão lá no clube. Mas acho que ser um capitão é algo que acaba por acontecer, acaba por ser merecido. O meu papel neste momento foi tentar-me adaptar o mais rápido, foi provavelmente o clube mais fácil para que isso acontecesse. E tentar dar o meu melhor, continuar a moldar o meu carácter dia a dia para que com isso também consiga influenciar todos à minha volta e que consigamos fazer coisas bonitas pelo clube."
Supertaça e o aviso do Torreense no Jamor: "Sabemos perfeitamente que uma final é uma final e queremos encarar todos os jogos dessa forma. Sabemos o que é que aconteceu para termos este adversário na Supertaça, ou seja, aqui acho que não há favoritismos. O favoritismo ganha-se em campo e é nisso que nós estamos focados, em sacar o nosso melhor e tentar honrar o FC Porto, a camisola e sacar o melhor de nós neste jogo e nos próximos."
Número 19 tem carga simbólica: "A verdade é que os números com que eu me identifico e que costumo jogar não estavam disponíveis. Mas o 19 acabava por vir também pelo simbolismo que tem de isso tudo, de ter jogado com a primeira camisola do Diogo [Jota] e o meu primeiro golo também pela equipa A acho que foi com esta camisola."
19 golos na temporada é pouco ou assinava por baixo?: "Eu tento sempre chegar ao máximo... ao limite, por isso não assino por baixo nenhum número."
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