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Anterior administração da SAD do FC Porto usufruiu de 3,6 milhões de euros que não são elegíveis em consonância com o regulamento interno
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Os resultados da auditoria forense ao FC Porto, levada a cabo pela administração de André Villas-Boas, têm um item exclusivamente relacionado com as despesas de representação da anterior administração da SAD, liderada por Pinto da Costa. Entre os gastos neste parâmetro estão, por exemplo, 70 mil euros em joalharias e relojoarias.
No total, o prejuízo é muito superior: "Os administradores usufruíram de 3,6M€ em Despesas de Representação entre 2014/15 e 2023/24 que não são elegíveis em consonância com o regulamento interno, evidenciando um encargo significativo de custos adicionais." E acrescenta-se: "Adicionalmente, a Sociedade incorreu em custos fiscais de 400 mil euros, decorrentes das despesas de representação."
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Ainda de acordo com os resultados da auditoria, parte significativa desse tipo de despesas "foi utilizada para fins estritamente pessoais". E, além dos 70 mil euros gastos em joalharias e relojoarias, há também nota de 1,1 milhões de euros em viaturas ("uso simultâneo de vários veículos, com usufruto de familiares"), 700 mil euros em "'refeições profissionais' sem justificação objetiva" e 700 mil euros em "viagens privadas para destinos não relacionados com a atividade do clube".
"Além da utilização do plafond para fins pessoais, os Administradores apresentaram despesas que excederam o limite estabelecido pela Comissão de Vencimentos, totalizando cerca de 420 mil euros de excedente nas 10 épocas analisadas", refere ainda o documento, destacando, depois, as irregularidades processuais.
A saber:
". Foram identificadas diversas irregularidades de processo, como a ausência de procedimentos para a aprovação e verificação das despesas, bem como a falta de documentação de suporte que comprove a sua natureza;
. Foram ainda identificadas 5.120 despesas sem qualquer evidência de registo na plataforma de gestão interna, totalizando 512 mil euros;
. Inexistência de um valor máximo estabelecido para despesas de combustível, estacionamento e portagens, levando a um gasto descontrolado nestas categorias (255 mil euros);
. Ausência de documentação de suporte que comprove a existência de Despesas de Representação profissional incorridas pelos Administradores (62% das despesas reembolsadas)."
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