Cláudio Ramos: manter a pressão sem sair da sombra
Pela 6.ª época consecutiva foi o suplente de luxo na baliza. Exibições menos conseguidas com o Vitória e nas Aves não beliscam confiança interna
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Nem sempre o que é pouco visível deixa de se faz notar. E é essa a ideia, talvez mais do que qualquer outra, que preside à globalidade da carreira de Cláudio Ramos no FC Porto. Primeiro Marchesín, depois Diogo Costa. Para Cláudio Ramos foi o brilho daqueles que acabou por mantê-lo na sombra pelo Dragão, onde chegou em 2020/21, e a temporada prestes a terminar não foi exceção.