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Antigo avançado acredita que o grupo vai unir-se após a perda de um dos seus símbolos
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Derlei também passou pelo Estádio do Dragão para homenagear o amigo e antigo companheiro de equipa no FC Porto. O brasileiro guarda grandes recordações de Jorge Costa, alguém muito especial com quem conviveu na equipa que venceu a Taça UEFA, Liga dos Campeões e Taça Intercontinental.
"Na minha modesta opinião, ajudou na construção do plantel. Era um líder. Quando cheguei ao FC Porto ele também estava a regressar de Inglaterra. Lembro-me até hoje de falarem da questão do capitão, porque o Vítor Baía era o capitão. Mas o Baía devolveu-lhe a braçadeira, como era merecido. Desde o primeiro dia, sempre se mostrou disponível para resolver os problemas. Mais do que nunca, passou a todos a questão da mística e da raça do FC Porto. Sou um privilegiado por ter vivido esses momentos ao lado do Jorge Costa", começou por referir Derlei.
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“Acho que, dentro e fora do campo, era natural que tivesse um papel preponderante. De fora, o papel é outro, mas quem convivia com ele no dia a dia sabia que perder um jogo era um sofrimento bastante grande para ele. Tenho a certeza de que era isso que ele passava aos jovens atletas que jogam no clube. Principalmente àqueles que querem saber mais. Entregar vídeos, jogos e o que tem passado na comunicação social mostra melhor o que é o Jorge Costa."
União interna
“Cada um sentiu à sua maneira, mas o FC Porto é eterno. Irá continuar sempre, há clubes que passaram por isso. Nesta casa já estamos habituados a renascer e vamos, naturalmente, dar a volta por cima. A direção, equipa técnica e todos, estão todos habituados a superar adversidades. O clube levou uma rasteira, mas juntaram-se todos, deram as mãos e continuam em frente.”
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