Impacto emocional da última jornada. Sporting perdeu pontos, Benfica também e FC Porto está a um ponto da liderança com um jogo de atraso. Isso muda alguma coisa para o resto do campeonato e até para a Allianz Cup?
"Isso emerge muito dos resultados mais recentes. Para o comum analista, para quem está de fora, agarra-se muito aos resultados, é o que é visível. Ninguém vê o nosso dia-a-dia no Olival. Isso é que é importante, serve de base para o que conseguimos alcançar. Tem de ser construído de forma progressiva, sustentada. Em relação ao jogo na Madeira, se afeta ou não. A Allianz Cup aparece este ano com um caminho muito mais curto para chegar à final. Não me parece que o Sporting venha mais fragilizado por empatar em Guimarães ou por ter empatado em Guimarães. É olhar para isso dessa forma. É um clássico, algo que eleva sempre o jogo para um patamar de intensidade e de lado emocional muito patente. São duas equipas fortes, que gostam de bater uma com a outra. Depois é o lado emocional, que nestes jogos surge sempre".
E termina a conferência