Onde é que vê ser mais difícil melhorar?
"Para este jogo de amanhã, os mais utilizados com o Hoffenheim estiveram uma hora e quarenta no campo. Desde o momento em que acabou o jogo e o de amanhã. Numa hora e quarenta é difícil levar a treino o que sentimos que tem de crescer. Na verdade estamos a falar de um processo de crescimento. Queremos que seja bonito. Muito do que tem ser feito em treino, não é só com análise de vídeo, a falar com os jogadores. Espaço para treinar tem sido pouco. O momento ofensivo falávamos de dados estatísticos, que o FC Porto era a equipa que mais criava. Não era perfeita nessa altura, nem é. Houve momentos em que tivemos muito bem, outros não tão bem, outros melhores. Sei que o Hoffenheim fez um remate na baliza. Queremos sempre melhorar, muito agressivos. Se calhar se tivéssemos ido mais para o lado emocional teríamos tido um resultado diferente. Queremos um futebol espetáculo, champanhe, artístico. Eu também gosto, sou mutio adepto disso. Mas é preciso entender o momento, ver o que temos, garantir bases sólidas e a partir daí tornar o jogo mais rico. Passo a passo vamos lá chegar."