Alternate Text

Próximo jogo:

By:

Logo ESC Online

FC Porto

FC Porto

18:00

09 agosto

FC Alverca

FC Alverca

Está feita a promessa do regresso ao passado

Brahimi tentou assumir a responsabilidade e criar desequilíbrios na defesa do Valencia...

Está feita a promessa do regresso ao passado
Está feita a promessa do regresso ao passado • Foto: José Moreira
Adicione como fonte preferencial no Google

O melhor em campo pelo FC Porto: Brahimi (nota 3)

Mais afoito e objetivo do que vem sendo hábito, o argelino soube tirar partido do bom apoio prestado pelos companheiros que passavam pelos seus terrenos. Nem sempre decidiu bem, mas foi sem dúvida o dragão que mais desequilíbrios conseguiu criar, a solo ou através de combinações. Fica a promessa do regresso do melhor Brahimi.

Maicon (3). Correu riscos desnecessários aos 29 minutos, perdendo uma bola que Marcano despachou. Esteve seguro, contribuindo com a sua parte para a coesão que o sector defensivo voltou a apresentar. Tem de ponderar melhor o momento em que dá início ao ataque em passe longo, mas quando acerta, como ontem aconteceu, desequilibra o adversário.

Marcano (3). Sempre concentradíssimo, como é seu timbre, o espanhol resolveu a esmagadora maioria dos problemas que lhe foram colocados. Sendo um dos mais utilizados da pré-época, saiu ao intervalo e o mais provável é que hoje volte à equipa.Lopetegui prescinde cada vez menos do seu compatriota.

Alex Sandro (3). Apoiou o ataque sempre que a oportunidade surgiu, evidenciando uma vigor físico invejável nesta altura da pré-época. Entendeu-se bem com Brahimi, tentou combinações em profundidade com André André e até participou no jogo interior à chegada à área. Mais uma boa exibição do lateral, reiterando os bons indicadores deixados ao longo das últimas semanas.

Evandro (2). Foi dos que mais verticalizou o jogo do meio-campo azul e branco durante o tempo que esteve em campo, acabando por sair ainda na primeira parte depois de ter sido tocado.

Tello (2). Nova exibição a baixa rotação do extremo, que ainda não encontrou o seu lugar na dinâmica que Lopetegui está a tentar imprimir à sua equipa. Gayá retirou-lhe o espaço e, já se sabe, é dele que se alimenta o futebol do extremo. Em cima do intervalo conseguiu fugir, mas estragou a jogada com um passe interior que passou a metros de distância do seu destinatário, Herrera.

Aboubakar (3). Teve nos pés as duas melhores oportunidades para golo do FC Porto. Na primeira, após um bom apontamento individual no qual conseguiu ganhar espaço dentro da grande área, viu Mustafi desviar o seu remate para a trave da baliza do Valencia. Depois, aos 28 minutos, voltou a mostrar boa capacidade técnica, dominando a bola no peito para, em moinho, atirar ao lado. Trabalhou muito fora da área, procurando ajudar a equipa a entrar no último terço do terreno.

Herrera (2). Entrou ainda na primeira metade e saiu ao intervalo. Foram 25 minutos para desentorpecer as pernas, depois de ter realizado um único treino nesta pré-época.

Martins Indi (3). Começou da melhor forma, bloqueando um remate adversário que provavelmente resultaria em golo. Manteve-se atento na defesa e, lá à frente, cabeceou por cima aos 70 minutos. Foi um bom regresso aos jogos-treino para o holandês, que se mostrou assertivo na abordagem aos lances e manteve os índices de segurança no sector.

Rúben Neves (3). Entendeu-se bem com Imbula, recuperando e entregando ao francês várias bolas para que este acelerasse o jogo. Certinho, sem grande alarido, e cada vez melhor a utilizar o corpo como argumento defensivo.

Ricardo Pereira (2). Tem efetivamente um longo caminho pela frente para se tornar no defesa-direito de excelência que Lopetegui já vaticinou. As capacidades atléticas estão lá, mas falta-lhe o domínio dos momentos do jogo.

André Silva (2). Pouco participou no jogo, à exceção de um remate de cabeça que passou ao lado. Entrou com vontade de se mostrar, mas fê-lo num momento em que o jogo caminhava lentamente para o seu final.

Hernâni (2). Tentou duas desmarcações nas costas da defesa adversária que acabaram por não resultar. Poderia ter beneficiado do facto do Valencia ter tentado o golo vitorioso nos minutos finais para ganhar espaço nas costas, mas nunca o conseguiu.

José Ángel (2). Conseguiu duas combinações interessantes ao nível ofensivo, ainda que sem o devido seguimento no momento da definição. é provável que hoje tenha a oportunidade de somar mais minutos diante do Stoke City.

Sérgio Oliveira (2). A grande penalidade que atirou para as nuvens na decisão da vitória – escorregou –, não fez esquecer o seu espetacular remate, ao minuto 90, que acabou por desviar na trave da baliza adversária. A facilidade com que atira é definitivamente um ponto a seu favor.

Deixe o seu comentário
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Porto ver exemplo
Ultimas de FC Porto Notícias
Notícias Mais Vistas