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Farioli e o exemplo do Sporting que serve de alerta aos dragões: «Um golo não é nada»

Treinador do FC Porto avisa que, apesar da vantagem sobre o Estugarda, "nada está feito até ao último apito"

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Francesco Farioli faz antevisão ao jogo com o Estugarda
Francesco Farioli faz antevisão ao jogo com o Estugarda • Foto: Victor Sousa/Movephoto

A remontada do Sporting na eliminatória da Liga dos Campeões com o Bodo/Glimt foi usada por Francesco Farioli em jeito de alerta para os seus jogadores, que amanhã, no Dragão, jogam a 2.ª mão dos oitavos de final da Liga Europa, depois da vitória na Alemanha, por 2-1.

"Não temos nada a proteger, porque, a este nível, um golo não é nada. Viram a experiência do futebol no que aconteceu ontem e em eliminatórias anteriores: mesmo com grandes vantagens, nada está feito até ao último apito. Por isso, como disse, não há nada a defender. Há, isso sim, uma qualificação que queremos atacar", afirmou o treinador do FC Porto, esta quarta-feira, em declarações à Sport TV.

Opções: "Sobre o onze inicial, permitam-me manter um pouco de segredo e a vantagem estratégica. Vamos ver; pode haver algumas alterações, nenhumas, ou muitas. Vocês verão amanhã. O que sabemos é o que é importante: quem quer que esteja em campo, ou quem entre no decorrer do jogo, tem de jogar com uma postura ofensiva, mentalidade clara e o desejo de vencer a partida. Não temos nada a proteger, porque, a este nível, um golo não é nada. Viram a experiência do futebol no que aconteceu ontem e em eliminatórias anteriores: mesmo com grandes vantagens, nada está feito até ao último apito. Por isso, como disse, não há nada a defender. Há, isso sim, uma qualificação que queremos atacar."

Expectativas: "Existem, claro, muitas possibilidades diferentes no jogo. Espero uma equipa [o Estugarda] fiel ao seu estilo, porque eles são assim em todos os jogos. Não há muito a descobrir em termos de estratégia de jogo, porque é uma equipa que, tal como nós, quando entra em campo, já se sabe o que esperar. Amanhã, provavelmente, eles virão com ainda mais intensidade. O jogo em Estugarda ensinou-nos algumas coisas, mas o que aconteceu lá, passou. O mais importante agora é o que vai acontecer amanhã no Dragão."

Apoio: "Espero, honestamente, ter o estádio cheio. Um Dragão repleto será crucial para nós. Ter 49 ou 50 mil pessoas connosco será fundamental, porque, para passar nesta fase da competição, precisamos de ter sob controlo todas as variáveis possíveis. Ter o apoio dos nossos adeptos é algo que conseguimos controlar e tenho a certeza de que amanhã eles estarão presentes, como sempre estiveram esta temporada."

Controlo do jogo: "Eles não nos permitirão ter o domínio total. Geralmente, no campeonato, encontramos equipas que preferem fechar o espaço nas costas devido à qualidade dos jogadores que temos para atacar a profundidade e o campo aberto. Mas o jogo de amanhã será, digamos, uma invasão dupla. Eles virão pressionar no nosso meio-campo e nós faremos o mesmo. Será um jogo com muitos momentos de campo aberto onde, provavelmente, no papel, a posse de bola será dividida de forma igual. Depois, haverá momentos em que poderemos ter mais ou menos controlo, mas o importante é tentar manter esse controlo com e sem bola, gerindo os diferentes cenários. Com certeza será um jogo aberto, porque não espero que fiquem à nossa espera no seu meio-campo. Esse foi o jogo que preparámos e que, com 99 por cento de certeza, vamos jogar amanhã."

Dor de Thiago Silva e Borja Sainz: "Infelizmente, esta temporada tem sido muito dura. Tivemos várias notícias tristes e perdas de pessoas próximas. O Jorge [Costa], que era uma figura chave no clube, e as mães do Borja e do Thiago. Embora não estivessem connosco diariamente, fazem parte da nossa família. Aqui falamos muito da 'Família Portista' porque passamos muito tempo juntos com todas as pessoas do clube. Da mesma forma que celebramos uma chamada à seleção ou uma conquista pessoal, também sofremos juntos quando coisas más acontecem. Houve também as lesões do Samu, do Luuk de Jong, do Nehuén Pérez e, recentemente, do Miranda e do André Oliveira, na equipa B. São momentos dolorosos de viver, mas até agora a equipa tem encontrado sempre a resposta certa. Não se trata de virar a página ou esquecer, mas sim de canalizar esse sofrimento, sofrer juntos e unirmo-nos ainda mais. É isso que tentamos fazer de forma natural e orgânica. O Thiago Silva, por exemplo, é um grande homem, um líder de topo, e apesar do que sofreu, foi capaz de transformar essa energia e trazer a atitude certa para nos ajudar. Estamos todos com ele para o apoiar da melhor forma possível."

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