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Novo treinador do FC Porto revela "conexão instantânea" com André Villas-Boas
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O domingo do FC Porto é de... Francesco Farioli. O novo treinador dos dragões assinou por duas épocas, até 2027, ficou blindado por uma cláusula de 15 milhões de euros e revela-se totalmente rendido ao homem que apostou nele: André Villas-Boas.
"Nunca vi um presidente tão motivado para recolocar o clube que ama no topo. Tivemos uma conexão instantânea e o meu desejo é limpar as más energias, porque uma época nova nem sempre é uma página em branco", afirmou o treinador italiano, em declarações aos veículos de informação do FC Porto.
"Em três semanas não é possível limpar tudo e eu acho que é bom termos consciência das coisas que nos fizeram sentir dor. Temos que trabalhar muito, muito mesmo, e logo veremos até onde vamos. Só há uma forma de competir pelo que queremos, é um trabalho diário dos jogadores, do clube, da equipa técnica, dos adeptos e da cidade. Essa é a chave e este é o momento para verificar, analisar e começar a trabalhar para construir uma equipa já a partir do dia 11. Vamos estabelecer as nossas bases e depois veremos quantos andares conseguimos construir em cima delas”, afirmou ainda o treinador, confirmando a notícia de Record a dar conta do arranque da pré-época na próxima sexta-feira.
Farioli não se mostrou apenas rendido ao presidente, mostrando-se igualmente encantado com o quartel-general do FC Porto, no Olival. “Aqui temos tudo. Agora vamos começar a trabalhar para corrigir algumas coisas, para nos ajustarmos, para atualizar um pouco, para o tornar um pouco mais funcional naquilo que é importante e para unir as pessoas, porque vamos todos passar bastante tempo aqui: equipa técnica, performance, médica e também os jogadores. Queremos proporcionar um ambiente que se enquadre no padrão que pretendemos definir e para facilitar os processos e os relacionamentos”, explicou.
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Sobre as suas rotinas neste novo projeto, Farioli promete empenho máximo como em todos os outros desafios que abraçou ao longo da sua carreira. "Eu diria que é bastante simples. Chego muito cedo e normalmente saio muito tarde. Passar muito tempo no centro de treinos é algo que faz parte do nosso ADN há muitos anos, do meu e da minha equipa técnica. Acredito no volume e na capacidade de dedicar horas ao que fazemos, isso ajuda muito. Não é tudo, mas é uma peça-chave para atingir o sucesso”, considera.
No seu cartão de visitas, Farioli traz em destaque a palavra "trabalho" e, segundo o treinador, só há uma forma de fazê-la passar o papel à realidade. “A equipa vai refletir o trabalho da equipa técnica e vice-versa. Somos muito apaixonados e um pouco obsessivos com o que fazemos, é isto que gostamos de fazer todos juntos. Chegamos de manhã e saímos à noite, muitas vezes levando o computador para casa, porque há sempre algo a melhorar. Há uma palavra que é chave para nós, como equipa técnica, mas também para os jogadores, que é a curiosidade. Porque o futebol e a evolução do futebol dizem-nos que o que fazemos hoje não será suficiente amanhã. Estamos sempre abertos a mudanças e a sermos desafiados para modificarmos e ajustarmos a nossa ideia”, reconheceu, ainda sem entrar em pormenores táticos.
"Eu acredito que o futebol é uma questão de gosto. Esse é o título da minha tese no curso de treinador", revelou o italiano para rematar de seguida.
"É uma questão de gosto, o que cada um aprecia, o que sente e o que acredita. Podemos ganhar de várias formas, mas o que nos deixa felizes é sentir que a equipa é fiel às nossas ideias. O futebol que eu proponho é aquele que mais se aproxima das minhas ideias, da minha forma de ser, um futebol bravo construído pelo desejo de ser protagonista e de colocar todas as cartas em cima da mesa. Essa é a lógica por trás de cada decisão tática. A parte tática é fundamental, mas não é tudo. Acredito que a mentalidade e a união estão acima de tudo, porque todos os treinadores trabalham muito, mas é nisso que nos podemos distinguir. Queremos construir uma mentalidade e incutir o desejo de dar tudo. Isso para mim é inegociável, porque nós passamos muitas horas a trabalhar e não podemos ir para casa com o arrependimento de não termos dado tudo”, concluiu.
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