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Treinador do FC Porto também se mostrou rendido ao jovem talento do FC Porto
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Rodrigo Mora também foi tema da entrevista da Sport TV a Francesco Farioli. Um tema delicado no ínicio, até porque perdeu a titularidade para Gabri Veiga e esteve perto de ser vendido, mas que, entretanto, entrou nos eixos.
"Se falamos sobre surpresas positivas, acho que esta tem sido outra. Rodrigo na época passada era o 'golden boy', ele era a estrela. Ele fez coisas surreais para um jogador da sua idade. E nesta época, claro, vindo do Mundial de Clubes, algumas mudanças, novos jogadores e especialmente uma nova forma de jogar que requer uma certa adaptação. E para ele... primeiro para ele, mas também para toda a gente, para mim próprio, para o clube, para os adeptos, tentar entender o que estava a acontecer não foi fácil. Não foi fácil especialmente para ele porque ele começou a época com o estatuto de superestrela. De alguma forma, no início, ele não tinha um papel importante, não tinha o papel principal, ou tinha o sentimento de que não tinha um papel principal. Depois, o mercado, todos as notícias sobre a Arábia Saudita... uma quantidade enorme de dinheiro envolvida para o clube, para ele. E para ser honesto, quando falamos no final do mercado, fomos muito claros um com o outro, mais uma vez. Estabelecemos ou concordamos ou comprometemo-nos um com o outro sobre como queremos fazer as coisas nos próximos meses. E sabes, do meu lado é bastante fácil: o meu papel como treinador é trazer as pessoas juntas e ter as pessoas juntas para o melhor do clube."
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E continuou: "Idealmente tu queres ter sempre 25 jogadores que todos eles, como soldados, na mesma linha, mesma direção. Então acho que isto é o sonho de todos os treinadores. A parte difícil é encontrar jogadores, mas especialmente seres humanos capazes de aceitar o seu papel, capazes de aceitar decisões e capazes de desenvolver em áreas que não são o seu forte... para melhorar nos seus pontos fracos. E este rapaz, uau... dia após dia... Claro que não é uma progressão que fazes de 0 a 100 num dia, mas todos os dias mais e mais e mais e mais. O nível de sessão de treino... nunca, nunca mesmo, colocou uma má cara no treino ou no jogo. Aceitou jogar alguns minutos ou começar no onze... e para ser honesto, o seu impacto nos últimos jogos tem sido fantástico. A sua evolução para mim como jogador de futebol e a sua maturidade... para mim esta é a palavra que vai com o Rodrigo agora: maturidade. É maturidade porque ele sabe quais são os seus objetivos individuais, as coisas que ele precisa de ser melhor e as coisas que ele está a melhorar. Posso dizer-te que é um dos jogadores mais comprometidos com o staff em termos de desenvolvimento pessoal. Depois do jogo, todo o tempo ele está a partilhar com os meus assistentes algumas clips. Então ele é um dos jogadores a quem não precisas de mostrar os clips porque em casa ele já está a rever o seu jogo, analisando com os nossos filtros, o que nós vemos no jogo. E acho que ele está a fazer bem, está a fazer um ótimo trabalho e estou realmente grato e realmente orgulhoso de ter um jogador que coloca estas qualidades ao serviço do clube. E, no outro lado, a responsabilidade de ter um dos maiores talentos portugueses e a oportunidade de tentar desenvolvê-lo, de o tornar melhor... e mais uma vez, não tenho dúvidas de que a carreira do Rodrigo vai ser ótima, mas como ele já disse várias vezes, começando pelo desejo de fazer algo especial pelo FC Porto, que é o seu clube. E, claro, ele tem a ambição de celebrar coisas aqui com este clube e depois a sua carreira será, com certeza, uma carreira fantástica."
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