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OVCHINNIKOV – Não fora a sua concentração e os seus reflexos e a história do jogo teria sido outra. Quatro grandes defesas a soco a evitar outros tantos golos. Cronologicamente: aos 12 – tiro de Sion –, 16 – "bomba" de Rogério Matias –, 36, tiraço de Lima e 54 a outro petardo de Sion. Nos golos... nada a fazer.
IRRECONHECÍVEL, é o que pode dizer-se deste FC Porto que se apresentou em Guimarães. Muitos nervos, muita intranquilidade (expressa nos ralhetes entre jogadores) injustificável até porque esteve em vantagem por duas vezes. Há "peças" claramente fora de forma e sem a raça da casa.
SECRETÁRIO – Muito estático, nervoso e complicativo. Não aproveitou o espaço que tinha para ajudar os da frente e lances houve em que foi batido em velocidade. Aos 16 m, Rogério Matias deixou-o nas covas e, no lance do golo de Sion, falhou o corte ao cruzamento de Paiva.
ALOÍSIO – A noite da "loucura", tantas foram as vezes que teve de tapar "buracos". Sem atingir o nível que se sabe possuir, ainda assim foi dos melhores do onze.
JORGE ANDRADE – É um jogador que pauta as suas exibições pelo prático em detrimento do bonito, o que, por vezes, não permite transformar uma acção defensiva num contra-ataque. Mas, no mínimo, alivia a pressão. Foi assim. Também esteve no golo de Sion: viu a bola passar sem conseguir o corte.
NÉLSON – Exibição sem brilho. Muitos lances perdidos ante a velocidade de Fangueiro e Lima. Quando subiu no terreno, o ultimo passe falhou.
PAREDES – Um trinco sem... trinco! Se a defender esteve mal, serviu pior. Um exemplo dos jogadores apáticos, como que perdidos em campo.
DECO – Que se passa com ele? Se as botas eram a causa de uma entrada muito má no jogo, trocou-as aos 33 m e o rendimento não melhorou. Raramente se conseguiu livrar de Soderstrom e, depois, mesmo com maior liberdade dada por Alvarez, a bitola continuou baixa. Viu a cartolina amarela, desnecessariamente, aos 72 m.
ALENITCHEV – Outra exibição pálida, muito embora o lance do segundo golo tivesse nascido nos seus pés. Mas um só lance, à sua classe, é pouco.
CAPUCHO – Do flanqueador conhecido, nem a sombra. Travou muito jogo com passes para trás, para o lado... Arrancadas ao seu estilo, nem uma.
PENA – Um golo de raça e mais dois lances (aos 5 e 31 m) em que poderia ter facturado. Mas lutou muito e não hesitou em recuar no terreno, vir à sua defesa dar uma ajuda e aos 24 m, oferecendo o corpo à bola, evitou que um tiraço de Paulão chegasse ao fundo das malhas.
FOLHA – Esteve no autogolo de Rogério Matias – marcou o canto – mas, no resto, uma exibição muito apagada. Nandinho foi sempre "carraça".
CHAINHO – Pensava-se que chegasse e impusesse ordem no meio-campo, mas não conseguiu.
DRULOVIC – Uns ensaios do seu estilo e por aí se ficou.
CÂNDIDO COSTA – Entrou numa altura em que o adversário se fechava de forma consistente e um ou dois cruzamentos mal medidos foi a sua produção.
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