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Catalogou como "irrelevantíssimo" que a escritura dos terrenos seja antes ou depois das eleições, pois é "um mero formalismo"
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Durante a sua intervenção inicial na apresentação da academia do FC Porto, Fernando Gomes disse que o processo "dificilmente poderá ser inviabilizado" e, mais tarde, em resposta aos jornalistas, detalhou porque deixou uma pequena margem para eventuais obstáculos.
"Em primeiro porque há uma hasta pública da Câmara que é para a venda de 13 hectares para este projeto, para o projeto de uma infraestrutura desportiva. Portanto, não me parece, não me parece que haja alguém que só para prejudicar o FC Porto, só para prejudicar o arranque desta operação, queira licitar um terreno para ficar como metade do terreno da academia. Bom, de qualquer maneira nós também lá estaremos nesse dia para verificar esse tipo de coisas", disse, concretizando: "Mas é muito pouco provável, muitíssimo pouco provável que isto aconteça, mas não queria deixar deste 1 por cento de probabilidades poder acontecer, e eu referi, para que toda a gente fique atento àquilo que vai passar-se na gasta pública daqui por uns dias."
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Depois, questionado sobre a possibilidade de, assim o FC Porto fique com os terrenos, a compra destes venha a ser escriturada antes ou depois do final de abril, ou seja, antes ou depois das eleições, o administrador respondeu assim: "É absolutamente irrelevante. É irrelevantíssimo. Tanto pode ser no final de abril, como no final de maio, como no final de agosto, isso não importa. Porque a partir do momento em que é feita a adjudicação pela Câmara Municipal da Maia, os títulos de propriedade estão constituídos. Depois é uma formalidade. A escritura é um formalismo. Aquilo que vai determinar a propriedade do terreno, até porque nessa altura o licitante FC Porto vai ter que entregar um cheque com 20 por cento de valor da adjudicação, do valor da outorga daquele contrato, portanto, fica automaticamente validado nesse momento. Portanto, a escritura é, digamos, importante que se faça para titular a propriedade, mas não é relevante para nada deste processo."
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