O aviso ao plantel, a vitória para dedicar ao avô e um mercado que não o confunde: o que disse Diogo Costa
Capitão dos dragões fez a antevisão à Supertaça, deste sábado
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Diogo Costa fez a antevisão ao encontro deste sábado, da Supertaça, entre FC Porto e Torreense, no Municipal de Coimbra. Elogiando a capacidade do adversário, que "vai jogar a sua vida", o capitão dos dragões garantiu que a sua equipa está bem avisada para os perigos da partida, disse querer dedicar um triunfo ao seu recém falecido avô e comentou uma hipótese de saída, garantindo que, não podendo assegurar que vai continuar, irá manter a mesma paixão e rendimento pelo clube do primeiro ao último dia.
O FC Porto chega aqui como campeão nacional. Qual é a sensação do balneário: há algo para defender esta época ou tudo para conquistar?
"Nós não pensamos no que fizemos. Se o fizermos esse é o primeiro passo para escorregar. Exigimos a todos os jogadores, o míster, eu como capitão e o nosso grupo de capitães, que o passado fique no passado e o que queremos é trazer muitos mais títulos para o FC Porto."
O que esperam do Torreense? E queria desafia-lo se amanhã não é o seu último jogo pelo FC Porto.
"O Torreense é claramente uma equipa que merece respeito, por tudo o que fez contra o Sporting, estamos muito bem avisados disso. Vão jogar com muita vontade de surpreender novamente, o míster tem-nos avisado disso e nós sabemos que não é por sermos campeões que vamos ganhar este jogo. Sobre a outra pergunta, amanhã não irei sair… Acho que toda a gente sabe que ninguém pode garantir o seu futuro no futebol, mas todos no FC Porto sabem que este é o clube do meu coração, vou sempre dar a vida por ele e que o meu compromisso é sempre o mesmo desde o primeiro dia até amanhã."
O maior perigo destes jogos é existir tanto favoritismo em cima de uma só equipa? O perigo é que essa sensação chegue ao próprio grupo?
"Acima de tudo é uma final. A mentalidade do FC Porto é sempre ter o máximo respeito sobre o título de equipas. Sabemos o que se passou na Taça e portanto esta é uma equipa que merece respeito. Vai estar motivada, vai estar no seu máximo, vão dar a vida, mas nós somos o FC Porto, já mostramos a nossa identidade, estamos a jogar também pela cidade, pelo nosso povo, que é sempre muito bom representá-los."
Perdeu o seu avô esta semana, começou mais tarde a trabalhar, sente-se preparado?
"O que aconteceu com o meu avô, estando a treinar ou não, a minha maior motivação é ganhar amanhã para poder homenageá-lo. Quero deixá-lo orgulhoso e oferecer-lhe a vitória amanhã."
Está cada vez mais difícil resistir à saída à tentação de uma saída?
"Não, apenas é a nossa vida, o nosso trabalho. Ninguém pode prometer o que vai fazer… Estou a ser muito sincero. O facto de não poder prometer, não quer dizer que vou sair, não está relacionado com a situação do número, não tem nada a ver… É o meu clube do coração, sou muito feliz aqui, a minha família também. Vou dar amor a este clube tal como ele sempre me deu. Não vale a pena misturar sensações."