Pela mão do Rei Artur
Jesualdo Ferreira contabiliza já mais de três décadas como treinador, mas demorou dez anos a lançar-se na Liga. Na altura, foi a Académica quem apostou no professor, tendo-o contratado ao Torreense. Todavia, a desmontagem do filme lembra cenas caricatas e muito curiosas tendo em conta aquilo que o futuro veio a acrescentar ao enredo. A turma de Coimbra, presidida pelo falecido Jorge Anjinho e que tinha em António Augusto o chefe do departamento de futebol, pensava poder apostar em Artur Jorge. O antigo jogador, que tirara o curso de técnico e aprendera metodologia do treino em Leipzig, queria lançar-se na nova carreira e a recém-promovida Académica era uma boa rampa.
Com tudo apalavrado, os homens fortes da Briosa encontraram-se com o treinador em Lisboa, mas houve um volte-face. “Disse-nos que estava a contar com uma grande oportunidade. Acabou por ir para o FC Porto”, recorda-nos António Augusto.
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