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Pinto da Costa e a candidatura de Villas-Boas: «Uma OPA ao FC Porto. Pretendem fazer o que se fez no Sp. Braga»

Presidente volta ao ataque e até fala da renovação de Martim Fernandes

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• Foto: Luís Vieira/Movephoto
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Pinto da Costa está, na noite desta sexta-feira, na Universidade da Maia e, no seu discurso inaugural, voltou a elencar os motivos que o levaram a recandidatar-se à presidência do FC Porto. Disparando contra aqueles que considera que são os "inimigos do clube", o presidente fez novas revelações a propósito da renovação de Martim Fernandes.

"Decidi avançar porque vi na apresentação de Villas-Boas os grandes inimigos do FC Porto. Tive a sensação de que era uma sessão para uma OPA ao FC Porto", começou por afirmar.

"Sei dos interesses que têm, dos interesses televisivos que têm, sei que pretendem fazer o que se fez no Sp. Braga, arranjar uns árabes para comprar umas ações e meter as deles no pacote. Quando comecei a ver pessoas que, ainda hoje, ao renovarmos com um jogador muito promissor [Martim Fernandes], o Raúl Costa [empresário] tinha dito para ele não assinar para depois assinarem com ele, porque ele é que ia mandar no clube", concluiu Pinto da Costa.

Segundo apurou Record quem tratou da renovação de Martim Fernandes foi o agente do jogador, Pedro Regufe.

De resto, José Pedro Pereira da Costa, o homem escolhido por André Villas-Boas para CFO da SAD caso venha a ser eleito, também mereceu novas críticas de Pinto da Costa.

"Sócio correspondente? O das finanças? O senhor da NOS e da Olivedesportos? Estava em Lisboa? Pior ainda. Esse senhor foi funcionário da Olivedesportos e a Olivedesportos colocou-o na NOS para tentar assegurar que o FC Porto continuasse a dar os seus direitos à NOS. Não demos esses direitos porque a proposta que fizeram oficialmente e última foi de 320 M€ por 10 anos, a MEO deu 450 M€. Como tal, não houve discussão. A partir desse momento, entraram em guerra connosco, porque eu disse que abria as propostas e adjudicava à melhor. Esse senhor era para ser dirigente do FC Porto, mas só é sócio efetivo desde novembro do ano passado. Ainda não tem meio ano de sócio, nem sequer vai poder votar e, como tal, passa para a SAD, onde não é preciso ser sócio, mas onde se deve ser sócio e sentir o FC Porto", rematou.

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