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Presidente do FC Porto deixa novas críticas a Cláudia Santos, mas também disparou sobre Cláudia Santos e Villas-Boas
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Após ter apresentado os nomes da sua lista candidata à presidência do FC Porto, Pinto da Costa respondeu às perguntas dos jornalistas e deixou críticas a André Villas-Boas, Rui Costa, Frederico Varandas e Cláudia Santos, presidente do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.
Relativamente ao presidente do Sporting, Pinto da Costa não foi meigo: "Como disse, o 25 de Abril ainda não chegou ao futebol. Não se pode ter opinião. Alguns podem. Por exemplo, o doutor Varandas, quando foi do árbitro do Vitória de Guimarães, o João Pinheiro, partiu-o todo e não teve nenhum processo. Portanto, alguns podem falar. Outros, se criticarem o que é evidente, levam ao processo. Espero que um dia, o 25 de Abril, chegue ao futebol. Qual foi a base da escolha destas pessoas para a sua lista à presidência do FC Porto?
Qual foi a base da escolha destas pessoas para a sua lista à presidência do FC Porto?
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"Foi, digamos, um rejuvenescimento e uma aceleração no caminho que temos a prosseguir. É natural que as pessoas às vezes se cansem, no caso do doutor Fernando Gomes, que para mim fez um ótimo trabalho e que já há um ano me tinha dito que a sua saída era certa, portanto tive que preparar uma nova equipa e no setor financeiro, uma vez que ele saiu, aproveitei e desde o Conselho Fiscal até ao diretor-administrativo resolvi alterar tudo com um princípio de mais modernidade, maior progresso e o mesmo rigor."
Disse que uma das suas primeiras medidas, ou talvez a primeira medida, caso seja eleito presidente, é voltar a unir a massa adepta do FC Porto. Sente que não está unida?
"Toda a gente sente, agora se aprofundar ela fundamentalmente é desunida pelas redes sociais. As redes sociais não têm cara, não sabemos com quem falamos, nem sabemos sequer de que clube são as pessoas que estão a falar. Eles ficam à parte, obviamente, e naturalmente todos aqueles que são do FC Porto, a minha obrigação e a minha vontade é que volte tudo a estar unido, como felizmente esteve nestes últimos 42 anos."
Presidente, voltou também a falar do desejo de entregar a pasta daqui a 4 anos, entregar um FC Porto melhor. Neste momento tem ideia de a quem gostaria de entregar essa pasta? Em tempos falou de três nomes, hoje um deles é candidato.
"Eu gostaria de entregar alguém que sinta pelo FC Porto a mesma paixão que eu e que seja capaz de formar uma equipa também igualmente apaixonada pelo FC Porto para conseguir fazer melhor do que eu fiz durante estes anos."
Mas em relação a esses três nomes, António Oliveira, Rui Moreira, Villas-Boas... há alguma coisa tenha mudado?
"Obviamente, se está a perguntar já sabe qual é a resposta. Mas não vou estar a falar disso porque faltam quatro anos e daqui a quatro anos serão sócios que terão que escolher e as pessoas é que terão que ser candidatas. Por acaso, André Villas-Boas já disse que daqui a 4 anos não é candidato. Para ele é agora ou volta para os carros. Portanto, seja quem for, terá de certeza o meu apoio. Se eu sentir que vem para o FC Porto com paixão e para servir o FC Porto.
Mas tem ideia a quem entregaria se fosse hoje?
"Eu ainda não fui eleito, como é que vou saber o que vou fazer daqui a quatro anos? Eles até andam a dizer que eu vou morrer amanhã. Mas mesmo se estiver morto, eu venho cá a baixo... Mas não o faço. Nem é problema, nem é coisa que eu possa estar nesse momento preocupado. Então, se ainda não fomos eleitos, no caso de insermos, ainda não começamos o nosso trabalho, como é que eu posso estar preocupado em quem é que daqui a 4 anos virá a suceder? Isso não é para mim preocupação."
Noutro âmbito, como é que olha para estes processos que foram instaurados pelo Conselho de Disciplina aos jogadores do FC Porto?
"Como disse, o 25 de Abril ainda não chegou ao futebol. Não se pode ter opinião. Alguns podem. Por exemplo, o doutor Varandas, quando foi do árbitro do Vitória de Guimarães, o João Pinheiro, partiu-o todo e não teve nenhum processo. Portanto, alguns podem falar. Outros, se criticarem o que é evidente, levam ao processo. Espero que um dia, o 25 de Abril, chegue ao futebol.
Também nesse âmbito da arbitragem, o movimento de Miguel Brás da Cunha, que é candidato só ao Conselho Superior, apresentou uma queixa na UEFA devido ao nível de arbitragens em Portugal, no geral. Concorda com o que está por trás disso?
"Não vou comentar o que outros candidatos fizeram ou fazem. Portanto, não vou comentar isso. Se o doutor Miguel Brás da Cunha fez e ele é um jurista, é porque entendeu que podia e devia fazê-lo. Mas eu não vou comentar.
Presidente, falou há pouco do árbitro do João Pinheiro. Já agora pergunto-lhe se quer fazer algum comentário em relação ao facto de Rui Costa, no final do jogo contra o Sporting, desta semana, ter confrontado o árbitro do João Pinheiro, queixando-se de um penálti?
"Mas eu penso que o Rui Costa está inserido no grupo do doutor Varandas, que pode falar o que quiser, porque ele já foi assim no jogo em Braga com o árbitro de então e não aconteceu nada. Portanto, eu não vou comentar isso.
Vou apenas lamentar que o 25 de Abril não tenha chegado ao futebol e, sobretudo, que a Presidente da Conselho de Disciplina vai estar no dia 25 a comemorar os 50 anos da independência, os 50 anos da liberdade, os 50 anos de se poder falar, por termos direito à expressão, ou direito de podermos falar sem ofender as pessoas, como eu não ofendi. E volto a realçar a seriedade das pessoas, apenas os erros não têm nada a ver com a seriedade. Lamento que a Presidente da Conselho de Disciplina vá estar na Assembleia da República, porque é deputada, a comemorar as liberdades alcançadas, uma delas a liberdade de expressão. Acho que ela não devia ir lá."
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