Rodrigo Mora: até mesmo um génio precisa de crescer
Entre frustrações iniciais e novas exigências táticas, o criativo reinventou-se, ganhou dimensão coletiva e terminou a época como campeão nacional
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Adiado o sonho de vestir a camisola 10 do FC Porto, Rodrigo Mora entrou na época com mais interrogações do que certezas. O talento que havia deslumbrado no ano anterior não estava em causa, mas o contexto mudou cedo e de forma inesperada. Primeiro, caiu por terra a transferência milionária para o Al Ittihad, depois de promessas que nunca chegaram aos valores pretendidos. Por fim, já em pleno arranque competitivo, surgiu outro obstáculo: um início no banco de suplentes que contrastava com o protagonismo recente. No entanto, no meio das frustrações, havia uma garantia deixada por Francesco Farioli: Mora teria oportunidades e sairia da época um jogador mais completo. E assim foi.