Um 'cavalo de Tróia' para receber o Benfica?
O Martín deverá repetir o onze, e isso é sinal de que tem encontrado um núcleo. Há uma espécie de 'cavalo de Tróia' preparado para o Benfica, para 'atacar' uma fraqueza específica do adversário?
"Tem a ver com questões táticas. Cada rival joga de maneira diferente, ataca de forma diferente. Os jogadores são diferentes, os perfis são diferentes. Não é igual pressionar uma defesa onde os dois centrais são destros e outra onde um é destro e outro é canhoto. Isso determina as formas de pressionar. E, a partir daí, temos diferentes 'saltos'. Quem inicia a pressão, quem ajusta. Contra o Estoril, fomos alterando isso. Primeiro foi o Samu, depois o Rodrigo Mora, voltámos ao Samu, começámos com dois avançados... E depois terminámos com o Gül. A forma de atacar do avançado também muda e, consoante isso, vamos ajustando. No final das contas, o adversário também faz alterações. Nesse sentido, o que fazemos é sempre o mesmo. Tentamos recuperar a bola para a termos na nossa posse. Agora, como a vamos recuperar? Olhamos para o adversário e decidimos".
E termina a conferência