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Defesa-central diz que o registo fica marcado na sua história e na do FC Porto
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Thiago Silva atingiu, na noite de quinta-feira, uma marca histórica ao cumprir o jogo 1.000 da carreira sénior, no triunfo do FC Porto frente ao Estugarda, por 2-0, que selou o apuramento dos dragões para os quartos de final da UEFA Europa League.
Já esta sexta-feira, em declarações aos meios oficiais do clube azul e branco, o experiente central brasileiro, de 41 anos, assumiu a emoção de alcançar um registo tão simbólico, numa altura particularmente delicada da sua vida pessoal, dias após a morte da mãe.
“É algo inimaginável, que jamais pensaria que pudesse acontecer. O meu profissionalismo, a minha dedicação à profissão, o amor pelo que faço faz com que desfrute destes momentos e este vai ficar eternizado no meu coração. É fruto de muito esforço e de muito sacrifício que fez com que eu atingisse esta marca expressiva”, começou por afirmar.
Numa intervenção carregada de sentimento, o defesa destacou também a importância da mãe no seu percurso, sublinhando o simbolismo de não a ter presente precisamente neste momento marcante. “São mil jogos, a maioria deles ao mais alto nível. O jogo 1.000 foi mais um desses, um jogo de Liga Europa, uma competição que eu nunca tinha disputado, num momento muito difícil para mim e muito particular a nível familiar. A minha mãe viu praticamente 999 jogos. No jogo 1.000 não pôde estar presente, mesmo assim senti muito orgulho e satisfação”, referiu.
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Recordando o início da sua ligação ao clube, Thiago Silva evocou os primeiros passos no Olival e a longa caminhada até atingir este número redondo. “Tudo o que eu vivi aqui… comecei naquele miniestádio, onde fiz vários jogos, já doente, porém sem saber. Essa marca é muito importante para mim, para a minha cabeça. É uma mistura de sentimentos, pela perda da minha mãe, pela marca expressiva na minha carreira”, partilhou.
Por fim, o internacional brasileiro deixou uma mensagem de ambição para o que resta da temporada, sem esconder o orgulho por voltar a escrever o seu nome na história portista. “Hoje é um dia muito especial. Na carta que o presidente me enviou ele dizia que queria fechar esse ciclo de uma maneira diferente da minha primeira passagem e a história continua a ser escrita. Espero que no final da temporada possamos comemorar títulos, que é o mais importante. Isto vai ficar marcado não apenas na minha história, mas na história do FC Porto. Obrigado, muito obrigado, estou feliz por ter voltado e por fazer história neste grande clube”, concluiu.
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