Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Ex-líder dos Super Dragões estava condenado a três anos e nove meses
Seguir Autor:
Seguir Autor:
O Tribunal da Relação do Porto reduziu esta sexta-feira para três anos e quatro meses a pena de Fernando Madureira, absolveu Fábio Sousa e retirou um crime do processo da Operação Pretoriano, reduzindo também as penas dos restantes arguidos.
O acórdão hoje conhecido altera a decisão da primeira instância, que tinha condenado Fernando Madureira, antigo líder dos Super Dragões, a três anos e nove meses de prisão efetiva, traduzindo-se numa redução de cinco meses.
Os juízes da Relação eliminaram um dos crimes de ofensas corporais anteriormente dado como provado - de natureza privada - decisão que teve reflexos nas penas aplicadas aos restantes arguidos, reduzidas em cerca de três meses.
No mesmo processo, Fábio Sousa, que tinha sido condenado a dois anos e nove meses de prisão, foi absolvido de todos os crimes, tendo o seu advogado, António Caetano, manifestado satisfação com o desfecho, considerando que ter sido feita justiça "pelo menos relativamente" ao seu cliente e defendendo que a absolvição deveria ter ocorrido logo em primeira instância.
A defesa de Fernando Madureira tinha pedido a absolvição ou, em alternativa, a suspensão da execução da pena. Também Sandra Madureira, Hugo Carneiro, conhecido por "Polaco", Vítor e Bruno Aleixo, José Pedro Pereira e Vítor Catão - condenados com penas suspensas - recorreram da sentença inicial.
Em sentido inverso, o Ministério Público e o FC Porto interpuseram recurso a pedir o agravamento das penas, defendendo nove anos de prisão para o antigo líder dos Super Dragões, penas efetivas para vários arguidos e a condenação de Fernando Saul, ex-oficial de ligação aos adeptos.
A detenção de Fernando Madureira completa dois anos este sábado, prazo que corresponde ao limite da prisão preventiva a que continua sujeito.
Nas alegações de recurso, a 21 de janeiro, o advogado do casal Madureira apontou "evidentes contradições entre a prova produzida e a decisão final", sustentando que não existiu qualquer plano para coartar a liberdade ou provocar medo, mas apenas a intenção de evitar uma humilhação pública de Pinto da Costa.
Segundo a defesa, os desacatos ocorridos na Assembleia Geral resultaram de conflitos pessoais espontâneos, tendo Fernando Madureira contribuído para a pacificação após os factos, pelo que, no seu entendimento, subsiste "dúvida razoável".
Outros mandatários questionaram a coautoria e a qualificação jurídica dos crimes, invocando legítima defesa, atuação isolada de arguidos e erros no acórdão da primeira instância, nomeadamente quanto à aplicação da Lei da violência no desporto.
Já a procuradora do Ministério Público remeteu para os fundamentos do recurso apresentado, enquanto a advogada do FC Porto criticou o que considerou serem "interpretações seletivas dos factos" por parte das defesas, sustentando que a decisão inicial não foi excessiva.
(notícia atualizada às 14H17)
Polaco entra na reta final da época como ator principal da equipa. Ligado aos resultados em sete das nove jornadas da 1.ª Liga que já disputou
LiveSoccer colocou os azuis e brancos em tribunal
Lista do CIES – Observatório do Futebol conta cinco dragões, três jogadores do Benfica e dois do Sporting
Recebeu o Prémio Carreira nos Dragões de Ouro de 2020
Extremo 'explode' nas redes sociais
Antigo treinador de Sporting e Real Madrid tem 77 anos
Incidente deu-se no encontro com Quinta dos Lombos a que o ala assistiu. Jogava o seu filho
Bruno Andrade, extremo do AFC Rushden & Diamonds, é um jogador livre