Villas-Boas abre livro sobre mercado: "chatear" Vitinha, Diogo Costa "muito requisitado" e... movimentações silenciosas
Presidente do FC Porto presente na Conferência Bola Branca
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O mercado de transferências foi um dos temas abordados por André Villas-Boas na Conferência Bola Branca, da Rádio Renascença.
Rodrigo Mora: "O Rodrigo encontrou-se numa posição diferente. Na era Anselmi era um avançado com liberdade e isso potenciou a criatividade do Mora. O sistema de Farioli joga na posição 8 avançado ou 10 e isso obrigado a outra intensidade defensiva e provavelmente não consegue colocar em campo toda a criatividade, mas que trabalha mais para a equipa e para a ambição do treinador. Em golos não como foi a meio temporada anterior, mas o talento está lá. É um dos grandes talentos, dos melhores do mundo".
E se ele lhe pedir para facilitar a saída. Está disponível? "Na construção do plantel correspondem as decisões do treinador e neste momento contamos com ele. Há sempre jogadores que sonham com outros voos, mas neste momento está nos nossos planos mantê-lo. No ano passado foi abordado pelo Ittihad, mas o Porto não chegou a acordo. Deve continuar no FC Porto, para bem dos nossos olhos"
Diogo Costa: "É um guarda-redes muito requisitado, que pode ter convites e que tem ambição de jogar noutros campeonatos. No entanto, é um jogador muito bem cotado, capitão do FC Porto a quem pedi que utilizasse a camisola número 2. A camisola 2 para o FC Porto traz muito peso, memória, peso e carga... por isso gostava que estivesse em campo para o ano"
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Resgatar Vitinha: "Gostaria. Chateio-o muitas vezes e ele diz 'caro presidente, ainda não é altura'. Gostava muito de o ter de volta. Os bons filhos à casa tornam e espero que assim um dia seja, com Vitinha, Ruben Neves".
Atuar silenciosamente no mercado: "João Afonso? É uma aposta, sem dúvida. Um guarda-redes em quem depositamos grandes esperanças de conquistar o seu espaço. No que analisamos a nível técnico achamos que tem grandes condições de ser um grande guarda-redes e de futuro da Seleção. "Sobretudo na Liga Revelação, mas anteriormente nas camadas jovens. É o terceiro açoriano no FC Porto e pode ser o segundo a estrear-se, porque o Pauleta nãos e estreou. Temos grandes esperanças".
Ausência de Samu: "Vamos ao mercado por um ponta de lança. A previsão do regresso de Samu é em outubro. Meados de novembro estará a 100 por cento e o FC Porto tem que se reforçar. Os alvos estão identificados. Jovens ou com experiência, um pouco de tudo. Temos uma lista dos melhores talentos por posição, depois por escalões, por contrato, com quem podemos negociar de forma mais aberta. O maio é uma altura má para negociar, os clubes pedem muito dinheiro. O grande mercado movimenta-se em agosto. Tentar identificar, encurtar distâncias e depois aproximamo-nos na devida altura".