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César Peixoto: «V. Guimarães chega com o orgulho ferido»

César Peixoto, treinador do Gil Vicente
• Foto: Hugo Monteiro

O técnico César Peixoto considera que “o Vitória chega a Barcelos com o orgulho ferido” , mas continua a depositar a máxima confiança na consistência que o seu plantel tem demonstrado em casa, bem como no apoio dos adeptos gilistas, para reforçar o plano de ataque ao 5º lugar da Liga Betclic.

“O Vitória é sempre uma das melhores equipas. Certamente pretendiam estar mais acima, mais perto dos lugares europeus a que estão habituados a lutar e é por isso que vão procurar realizar um grande jogo, mas temos sido fortes aqui e acho que vamos dar uma boa resposta no sentido de voltar a mostrar capacidade para discutir os três pontos”, comentou o treinador gilista, desvalorizando um eventual impacto negativo no seio dos vitorianos por força do pedido de demissão recentemente apresentado pelo presidente António Miguel Cardoso: “Não gosto muito de falar da casa dos outros. Acho que o Vitória tem uma boa equipa e, quando o árbitro apitar, não vai entrar nada dentro do jogo. Nesse momento nada vai desviar os jogadores do foco de tentar vencer o Gil Vicente. Tudo o resto vai passar-lhes completamente ao lado”.

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Avaliação pragmática que César Peixoto também voltou a aplicar tendo em vista a ambição de amealhar os pontos suficientes para garantir o apuramento do Gil Vicente para a próxima edição da Liga Conferência.

“Não tenho medo das palavras, nunca tive. Óbvio que antes de o assumir publicamente falei com os meus jogadores. Senti que estamos todos no mesmo barco. Outros pensam, mas não o dizem e é importante termos a certeza do que estamos a fazer. O nosso campeonato não é fácil e os últimos jogos costumam ser muito mais complicados. Gostava muito e acredito que é possível, mas também acho que não vamos conseguir ganhar os jogos todos, tal como o Famalicão certamente não irá. Procuro ser o mais realista possível em todos os cenários. O ponto está cada vez mais caro, mas estamos tranquilos e sabemos qual é o caminho a percorrer porque ainda há muito para construir e é por isso que temos de continuar focados e pensar jogo a jogo”, justificou o técnico.

Espinha dorsal

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O plano de continuidade em curso em Barcelos, com a garantia do prolongamento dos vínculos de Agustín Moreira e Martín Fernandez, também mereceu a atenção de César Peixoto, com o técnico a justificar que “é assim que se constrói equipas competitivas”. “A valorização passa, obrigatoriamente, por assegurar a permanência da espinha dorsal e isso implica reconhecer o mérito de quem tem ajudado e tem sido muito importante neste trajeto e não no desfazer de tudo bom que se construiu”.  

Por Pedro Malacó
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