César Peixoto: «No último lance do jogo correu muita coisa mal»

As declarações do treinador do Gil Vicente depois do empate em Tondela (2-2)

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César Peixoto reage junto ao banco do Gil Vicente durante o jogo com o Tondela
César Peixoto reage junto ao banco do Gil Vicente durante o jogo com o Tondela • Foto: Lusa/EPA

As declarações de César Peixoto, treinador do Gil Vicente, depois do empate em Tondela (2-2).

“Não vejo fantasmas [relacionados com mais um golo tardio]. Aconteceu e é a terceira vez, devíamos ter matado o jogo. Faz parte do crescimento, a equipa é jovem e acontece, mas não podemos sofrer sempre da mesma forma. Foi uma primeira parte equilibrada e, na segunda parte, estivemos melhor e dominámos em toda a linha. Anularam-nos um golo por um bocadinho, devíamos ter sido mais eficazes. Recuperámos bolas altas, mas no último lance do jogo correu muita coisa mal. Quando tem de ser, acontece e às vezes gosto de brincar com a equipa. Não vai chover sempre, o verão está a chegar e o sol também. O mesmo com a sorte. É um ponto que somamos, vamos frustrados pelo último lance, mas acontece", referiu, em conferência de imprensa.

O que falhou na segunda parte? “Estivemos um bocadinho melhores na segunda parte. Tínhamos pouca informação sobre o Tondela, na primeira parte não fomos tão dominadores. Lemos a partir do banco o que estava a acontecer e corrigimos algumas coisas ofensivas e defensivas e foi uma segunda parte de sentido único onde deveríamos ter feito mais golos. Fizemos mais do que o suficiente para vencer o jogo".

Foi surpreendido? “Não, na primeira parte saltaram com os extremos nos centrais e o Rony Lopes atrás. Tiveram muito respeito pelo Gil Vicente. O Tondela não foi superior a nós na primeira parte, mas não tivemos a ligação que devíamos. Fez toda a diferença".

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