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Daniel Sousa: «Vê-se uma equipa competitiva e agressiva, é isso que quero como identidade»
Gil Vicente voltou, sete jogos depois, aos triunfos frente ao Nacional para a Allianz Cup
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O Gil Vicente voltou a festejar sete jogos depois do último triunfo, mas Daniel Sousa, técnico dos galos, recusou a ideia de que a vitória deste domingo frente o Nacional (2-0) venha a servir como ponto de retoma para o seu plantel.
"A retoma foi na Covilhã, os sinais foram muito positivos apesar de termos empatado. Este jogo foi uma continuidade disso, marcámos dois golos e não sofremos, algo importante. Sabíamos que o jogo ia ser difícil, o Nacional é uma equipa organizada e os clubes da 2ª Liga têm sempre uma motivação extra para jogar contra clubes da 1ª Liga. Para além disso, o campo estava muito pesado com a chuva. Tivemos algumas dificuldades nos primeiros minutos, mas depois estabilizámos o nosso jogo e resta-nos continuar a trabalhar. O jogo frente ao Sp. Covilhã já havia sido positivo e penso que a exibição também foi boa. Vê-se uma equipa competitiva e agressiva, é isso que quero como identidade", começou por dizer.
Explicando que Vítor Carvalho deixou o jogo devido a uma tontura/indisposição, o técnico desvalorizou o facto de os quatro golos que a equipa tem desde que chegou ao clube tenham sido de bola parada: "Não é uma preocupação, ficava preocupado se não estivéssemos a chegar à baliza. Estamos a ter um bom volume ofensivo, tivemos cinco/seis situações de golo, bolas aos ferros, defesas do guarda-redes… preocupava-me se elas não existissem".