Vasco Botelho da Costa: «Os jogadores têm de ter capacidade para dar resposta aos desafios»

Treinador do Moreirense na antevisão ao jogo com o Estrela da Amnadora

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Vasco Botelho da Costa, treinador do Moreirense
Vasco Botelho da Costa, treinador do Moreirense • Foto: LUSA/EPA

O treinador do Moreirense, Vasco Botelho da Costa, já projetou a partida com o Estrela da Amadora, da 32ª jornada da Liga, que se realiza este sábado. O jogo terá lugar no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, pelas 15h30.

Jogo com um Estrela da Amadora que mudou de treinador a meio da semana obriga a um Moreirense ainda mais concentrado para ganhar?

Confesso que atrapalhou no que à preparação do jogo diz respeito, ainda que haja muito conhecimento do mister Bacci. Não se sabe qual será o sistema, mas em termos de princípio estão bem vincados. Mais do que pensar no problema, já levamos 30 jogos nas pernas e os jogadores têm de ter capacidade para dar resposta aos desafios. Temos de estar preparados para vários cenários, mas dificilmente vamos encontrar um cenário com o qual ainda não tenhamos lidado.

Espera um jogo muito fechado?

Honestamente, não sei. Esperamos uma equipa muito organizada, a não querer dar muitos espaços. Acredito que vá ter cautelas para não se desequilibrar. Ao mesmo tempo, olhamos para as características do nosso campo, que convida as equipas a pressionar mais alto e de forma mais agressiva. Não vou estar a fazer futurologia, concentramos-nos em nós e em um ou dois cenários que podem ser mais prováveis. O nosso processo está bem identificado, mas precisamos sempre de um adversário para nos comportarmos de uma determinada maneira. Nada se vai conseguir sem o que é mais importante, a dimensão competitiva, algo em que crescemos muito nas últimas duas ou três semanas. Demos um passo em frente nessa vertente, que vai ser sempre a mais importante.

O Moreirense ainda vai encontrar duas equipas que lutam pela permanência. Isso pode ter impacto?

Ainda há muito em jogo para nós, que ainda não fechamos o nosso lugar e queremos ficar o mais acima possível. É nisso que nos focamos. Fazemos sempre uma leitura dos nossos adversários, isso também tem impacto porque pode estar mais pressionado. O nosso foco principal somos nós próprios, com o objetivo de ficar o mais acima enquanto for matematicamente possível. Queremos continuar a subir na tabela, sempre com um olho no futuro porque vamos ter de tomar decisões em relação à composição do plantel.

O lado emocional tem muito impacto neste tipo de jogos?

O lado emocional tem muito impacto, mas isso constrói-se ao longo da época. Tem de haver emoção no futebol, mas quando entramos demasiado no capítulo emocional afastamo-nos do racional e precisamos muito da razão para poder cumprir uma estratégia.

Relativamente à situação do Michel, é possível explicar o que se passou?

É uma situação entregue à Administração e não me vou pronunciar sobre ela. Tem estado afastado do grupo de trabalho, mas é uma questão entregue à Administração.

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