Rui Alves adia apresentação da proposta de centralização dos direitos televisivos: «Vou defender o meu clube»

Rui Alves diz ainda que se está a "adiar o inadiável" e a "ver a banda passar há cinco anos"

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Rui Alves
Rui Alves • Foto: Hélder Santos / ASPress

No dia em que fez apresentação da nova APP do seu clube, Rui Alves, presidente do Nacional, explicou o porquê de não apresentar amanhã na Assembleia da Liga de Clubes a proposta nacionalista relativamente à centralização dos direitos televisivos.

"A ordem de trabalhos não irá discutir a chave, isso será feito numa próxima assembleia. Depois de analisarmos em conjunto com o nosso advogado, entendemos que a mesma deverá ser apresentada na assembleia que terá como ponto único na ordem de trabalhos a discussão a chave de repartição", começou por confirmar Rui Alves.

Em relação à proposta que irá apresentar, o líder dos nacionalistas foi claro: "Esta proposta decorre de uma reunião com 22 clubes que aconteceu na véspera da cimeira dos presidentes, não sendo mais do que o corolário dessa reunião. Ficou mais ou menos acordado com esses 22 clubes que o Nacional apresentaria a proposta. Na proposta do Nacional, a desigualdade é de um para quatro e mesmo assim ainda ficaremos os mais desiguais na Europa Ocidental".

Rui Alves mostra-se despreocupado com o que os restantes clubes pensam em relação às suas ideias: "Se cada presidente entender não defender o seu clube, já não sou eu que vou responder, pois vou defender o meu clube. Tudo o que seja uma desigualdade superior a um para quatro será prejudicial a 80 por cento dos clubes. Se esses clubes entenderem que é mais importante defender os grandes do que os sócios que os elegeram, eu não posso fazer nada”.

Por último, revelou: “Irei apresentar a proposta quando a Assembleia Geral tiver como ponto único a discussão da chave de repartição dos direitos. Estão a adiar o inadiável, estamos há cinco anos a ver a banda passar e vai ser no limite que se vai discutir isto".

Quanto ao próximo jogo do clube na Liga, Rui Alves foi muito simples: "Meio a zero para mim está bom. O importante é que, nesta próxima batalha, o Nacional abata o seu inimigo, sendo isto uma nostalgia".

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