Arcos do triunfo

Arcos do triunfo
• Foto: Amândia Queirós

A eliminação do Sp. Braga ainda mal tinha sido consumada e já Nuno Espírito Santo aparecia nas imagens televisivas, em plena sala de imprensa, a exigir a um amigo que marcasse presença no Jamor, dedicando-lhe o seu êxito.

Rapidamente se soube que do outro lado da linha estava Jorge Mendes, o superempresário que não apenas representa alguma das principais pedras do plantel (Ederson, Marcelo, Filipe Augusto, Luís Gustavo ou Ukra), mas que também lançou ao presidente Silva Campos o desafio de contratar NunoEspírito Santo, quando Lito Vidigal era o predileto para render Carlos Brito.

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O antigo guarda-redes mostrou ser um excelente organizador e ajudou a consolidar um crescimento sustentado que tem sido o maior triunfo do Rio Ave. A presença nas finais da Taça da Liga, Taça de Portugal e Supertaça, bem como a estreia na Liga Europa, são cerejas saborosas, mas que apenas ornamentam um bolo que António Silva Campos foi confecionando desde que tomou conta da presidência do RioAve, em 2008. Tendo em conta os seus intensos afazeres empresariais, o líder delega confiança total no diretor-geral Miguel Ribeiro, tendo esta estrutura curta e funcional permitido ao emblema de Vila do Conde manter um grau de intervenção importante no mercado, não apenas pela atração de valores normalmente acima do que estaria ao alcance do clube, mas também através da colocação de jogadores como o lateral Fabinho no Real Madrid e Monaco, através da Gestifute, ou de Esmael Gonçalves no futebol escocês ou cipriota.

A presença na Liga Europa, em pré-eliminatória ou fase de grupos, em caso de vitória no Jamor, será encarada com Pedro Martins ao leme, mas também com um plantel reconstruído. Foi Jorge Jesus, em Leiria, quem vaticinou saídas: talvez acompanhando Nuno no Axa...

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