Filipe Augusto foi confrontado com o salto dado por João Félix, que no último defeso trocou o Benfica pelo Atlético de Madrid por 120 milhões de euros. "Não temos como falar de valores, de saber quando vale cada jogador, pois é um negócio de clubes, empresários...", resumiu o médio do Rio Ave, em entevista ao 'Esporte Interativo'.
"Mas o João Félix já era um jogador que estava a treinar no Benfica. Treinava connosco e percebia-se já que tinha muita qualidade. Ele ter subido ao nível profissional com um treinador que já conhecia e que sabia das qualidades dele e de como poderia encaixar na equipa principal fez toda a diferença. Com o treinador anterior ele treinava, mas não participava tanto como quando houve troca de treinador. A qualidade está lá e pode ser um grande jogador de futuro", disse, antes de falar sobre a hipótese de chegar ao topo do futebol mundial.
"Ser o melhor do Mundo? Olhando ao que tem sido os últimos anos, ainda não se pode dizer isso. É difícil dizer se alguém tão novo se pode tornar no melhor do Mundo, numa altura em que ainda há Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e outros ainda a jogar. Mas é um jogador que tem muito a evoluir e que pode dar muito que falar ainda", comentou Filipe Augusto.
Na memória do jogador do Rio Ave está ainda a sua experiência no Benfica, concretamente o sonho cumprido de jogar na Liga dos Campeões. "Quando fui para o Benfica, a meio da temporada 2016/17, o clube já tinha passado a fase de grupos e ia jogar os oitavos-de-final com o Borussia Dortmund. Foi a minha estreia", disse, antes de recuperar todos os momentos que rodearam essa noite marcante, de 14 de fevereiro de 2017.
"Primeiro senti aquela ansiedade, é uma semana diferente... Comecei a semana a treinar com bola da Champions e pensava que estava cada vez mais perto do sonho, mas até o concretizar há várias sensações. Fiquei um pouco ansioso, depois era perceber se o meu nome estava ou não na convocatória. Mas estava e foi um motivo de gratidão. E a estreia foi contra uma equipa muito forte, com história na Liga dos Campeões, foi uma vitória e teve outro sabor", contou.
"No intervalo do jogo estava 0-0 e o treinador [Rui Vitória] chamou-me e disse que eu ia entrar. Eu acreditei e preparei-me para entrar mas não achava que seria tão cedo. Foi logo ao intervalo e fiz toda a segunda parte. Temos aquela ansidade, mas quando entramos em campo parece que é um alívio e só pensamos em fazer as coisas bem. Ganhámos 1-0", recordou, antes de lembrar a lesão que contraiu no jogo do campeonato, logo a seguir, que o impediu de ajudar a equipa em Dortmund, no jogo da segunda mão, onde o Benfica perdeu por 4-0 e foi eliminado.
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