Luís Freire atingiu o limite de cartões amarelos, pelo que não poderá orientar a equipa desde o banco de suplentes na receção ao Gil Vicente (sábado, 15h30), mas não só delega total competência nos seus pares para uma comunicação fluída, como está plenamente convicto de que essa contrariedade não terá impacto na ambição e no desempenho da equipa.
"Se há equipa técnica que está preparada para essa circunstância somos nós. Temos uma ligação de 12 anos e já estive muitas vezes ausente no passado, nos distritais e em outras divisões, pelo que estamos mais do que preparados. Os jogadores também porque o processo de treino não é apenas liderado pelo Luís Freire. O grupo está interligado, há confiança em todos e temos todas as condições para dar uma boa resposta", asseverou Luís Freire.
Circunstância sem reflexos para um plano de jogo onde o treinador assume o objetivo de contornar "o estilo positivo do Gil Vicente" de modo a quebrar a sequência de cinco igualdades e regressar aos triunfos de modo a catapultar os vila-condenses para outro patamar de conforto.
"Sabemos que o Gil Vicente também precisa de fazer pela vida e é uma equipa com um bom jogo porque não são defensivos, nem são de pontapé para a frente. Estamos identificados com os comportamentos e compete-nos dar o máximo. Uma entrega de corpo e alma para sermos fiéis aos nossos princípios em busca dos três pontos", comentou Luís Freire, garantindo ainda que o elevado número de empates (14) do Rio Ave não traduz a verdadeira dinâmica da equipa: "Não podemos confundir resultados com a intenção da equipa. Não jogamos para o empate. Somos das equipas que tem mais posse, que mais procura criar e temos conseguido gerar muitas ocasiões de finalização, além de que muitas vezes pressionamos alto e disputamos o jogo pelo jogo. Queremos sempre mais em tudo, mas em casa já não perdemos há muito tempo, pelo que também há muita coisa que temos feito bem e, fundamentalmente, temos sido emocionalmente equilibrados".
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