Nas últimas palavras como treinador do Sp. Braga, Carlos Carvalhal revelou pormenores do pacto que fez com o presidente António Salvador aquando da assinatura de contrato, falou das metas atingidas e admitiu que evoluiu muito nestes dois anos de ligação. "Estes dois anos, também para mim e para a minha equipa técnica, foram de crescimento, porque na exigência do Sp. Braga, a exigência que o presidente incute dentro do clube faz-nos crescer, faz-nos ser melhores", reconheceu.
Pacto com o presidente: "Na altura que fizemos o contrato, fizemos quase um pacto entre os dois. O presidente comprometeu-se a dar as melhores condições e a dar todo o apoio à equipa técnica, no sentido de proporcionar um bom trabalho. E isso foi visível, sobretudo no período de maior turbulência, em dezembro e janeiro, em que veio a terreiro defender a equipa técnica, dizendo que ficaria até ao final. De resto, em termos de tudo aquilo que se prontificou a fazer, fê-lo na totalidade."
Obra: "Eu creio que nós fizemos exactamente a mesma coisa nestes dois anos. Quando assinámos contrato, o presidente traçou objetivos, altos e exigentes, e conseguimos vencer a Taça de Portugal, fomos a mais duas finais, valorizámos jogadores, apostámos forte na formação, fizemos boas campanhas na Liga Europa. Tudo isto foi o que o presidente definiu como objetivo, acho que também cumprimos na íntegra."
Palavras no balneário: "Somos amigos há muitos anos e chegámos aqui a um ponto em que ambos estamos satisfeitos por tudo ter corrido muito bem. E, no fundo, o que disse há pouco aos jogadores e ao presidente foi que estes dois anos também para mim e equipa técnica foram de crescimento, porque na exigência do Sp. Braga, a exigência que o presidente incute dentro do clube faz-nos crescer, faz-nos ser melhores. Isso, para mim, foi absolutamente fantástico."
Despedida: "Emocionalmente estaria ligado a qualquer clube por aquilo que foi feito aqui, mas ter realizado isto no clube do meu coração foi absolutamente inesquecível, marca-me para o resto da vida. Estou altamente grato ao presidente, aos meus jogadores, ao staff, aos adeptos por me terem proporcionado estas memórias que vou guardar para o resto da vida e a vida continua e segue. O Sp. Braga, como disse o presidente e bem, tem já uma esteira de êxitos e objetivos altos, vai continuar nessa esteira de certeza absoluta, continua a crescer de forma espectacular e assim vai continuar."
Futuro como adepto: "Eu, de certeza, não vou estar ali no banco, mas vou estar muitas vezes ali na bancada a torcer pela equipa, porque o primeiro resultado que quero saber é o do Sp. Braga. E termino com aquilo que eu disse na primeira conferência de imprensa, que vamos provar que Braga é uma boa mãe e não é só uma boa madrasta. E o que eu posso dizer nesta altura, com gratidão a todos os bracarenses, é que Braga provou isso, porque senti-me muito bem tratado e acolhido. Obrigado a todos, Sp. Braga sempre."
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