Artur Jorge e os cinco golos sofridos: «Não acho normal nem é o que queria...»

Treinador abordou o diferente rendimento da equipa no plano ofensivo e defensivo

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• Foto: Lusa/EPA
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O Sp. Braga chega ao playoff da Champions, frente ao Panathinaikos, com 12 golos marcados em quatro jogos e cinco sofridos, sendo que só não consentiu qualquer golo no primeiro duelo, frente ao Backa Topola.

"Temos tido uma performance que pode ser mais destacada pelos 12 golos marcados, podemos lamentar alguns sofridos, o que pode dar a sensação de algum desalinhamento. Mas não acredito que possa ser determinante para o desempenho da equipa, porque temos de olhar para equipa no seu todo, para a sua consistência", disse o técnico arsenalista.

"Importa ganhar o jogo para atingirmos o nosso objetivo, independentemente do maior ou menor desempenho no momento defensivo ou ofensivo, não quero separar esses momentos, porque a equipa tem de estar como um todo, solidária na sua capacidade coletiva, para poder ganhar o jogo", acrescentou, na conferência de imprensa.

Momentos depois, voltou ao assunto, confrontado com os golos sofridos. "Não acho normal nem era o que queria, queria ter zero golos sofridos. Percebo a insistência, pela diferença de ambos os momentos. Mas a consistência da equipa é no sentido de sermos fortes coletivamente e não partindo a equipa em dois, com uns a terem responsabilidade num momento e outros noutro. Há responsabilidade repartida por todos eles. Teremos de ter, começando pelo Abel e quem jogue a seu lado, capacidade de não permitir oportunidades ao adversário", explicou Artur Jorge.

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