Artur Jorge: «Já fomos eliminados pelos poderosíssimos Zorya, Pandurii e Elfsborg»
Treinador reclama mérito bracarense no apuramento da Champions
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Assegurada a presença no play-off da Liga dos Campeões, o Sp. Braga regressa à Liga Betclic com o intuito de esquecer a derrota caseira na estreia. O duelo de Chaves tem "prioridade absoluta", mas o Artur Jorge não se coibiu de deixar algumas notas relativamente à eliminatória com o Backa Topola e recorreu à ironia.
Jogo em Chaves
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Este é um jogo de particular importância tendo em conta o arranque do campeonato. Já seria importante, mas o último resultado leva a que haja uma importância acrescida. Queremos entrar num caminho de vitórias
Aumenta a obrigação após a estreia com derrota?
Não quero colorar a questão em termos de obrigatoriedade de ganhar, mas a exigência que temos para connosco porque precisamos de somar pontos, de entrar no caminho de vitórias e esse aumento de importância sobre o jogo é só justificada por não vencer na primeira jornada.
Retirar a Champions da cabeça dos jogadores
Tenho de confiar e acreditar que não só eu como os jogadores será prematuro e arriscado pensar no jogo da Champions. Temos de corrigir um resultado que não tivemos na primeira jornada, focar no jogo de Chaves, porque este jogo tem uma importância muito grande. O campeonato é uma prova de resistência, não podemos perder muitos pontos para ambicionar mais uma classificação nos lugares cimeiros. Este jogo tem prioridade absoluta. Além disso, preparámos na Sérvia este jogo porque sabemos que a distância entre jogos é curta.
Panathinaikos
Será um assunto que vamos ter tempo para falar sobre ele. A eliminatória com o Marselha foi muito dividida, fosse qual fosse o adversário iríamos ter dificuldades, mas é um assunto que a seu tempo falaremos.
Djaló titular
Já foi protagonista no ano passado ao ser utilizado por mim com um aproveitamento em tempo e assistências e foi dos mais eficientes da equipa. Nesta altura tem procurado espaço na equipa, está a trabalhar de forma ambiciosa para o sucesso coletivo.
Duas segundas partes em modo gestão na Europa?
Não posso dividir o jogo em duas partes, o jogo faz-se por inteiro e não acho que tenha feito gestão. Perdemos com o Famalicão, é fácil dizer que tivemos uma segunda parte em que quebrámos, mas ganhámos os dois jogos da Champions e fizemos gestão porque o adversário era mais fácil. E isso soa-me sempre a injustiça. Disse que era um adversário de respeito e por isso fizemos uma eliminatória de 7-1. Recordo aqui que já fomos eliminados pelos poderosíssimos Zorya, Pandurii e Elfsborg [nas provas da UEFA]. A facilidade está onde queremos encontrá-la.
Houve algum castigo a Banza na última convocatória?
Tendo um plantel com várias soluções e de grande nível, obriga a que todos tenham de trabalhar nos limites. Não dou oportunidades a ninguém, mas é por mérito que os jogadores jogam. Todos eles têm de trabalhar de forma árdua. Não há aviso nenhum! Mas sabem que para fazer parte das escolhas têm de ser muito sérios e comprometidos nos treinos, pois é uma exigência que está criada no clube.