Artur Jorge: «Temos de sentir a dor e ficar insatisfeitos»
Treinador do Sp. Braga fez a antevisão da 2.ª mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões
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O Sp. Braga defronta esta terça-feira, às 19h00, o TSC Backa Topola, num encontro da 2.ª mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Artur Jorge, treinador dos arsenalistas, espera uma resposta da equipa à derrota na última sexta-feira, na estreia da Liga Betclic.
Backa Topola: "Vamos ter um adversário muito semelhante ao que tivemos cá, sobretudo na segunda parte, com uma equipa mais balanceada para a frente porque quer reverter um resultado desfavorável de 3-0. Um resultado esse que conseguimos com muito mérito da equipa e dos jogadores, com muito compromisso e é esse compromisso que vai ditar o sucesso neste jogo. Queremos ter uma abordagem séria para vencermos e alcançarmos o nosso objetivo. Não podemos relaxar no que quer que seja, essa exigência tem que estar presente, todos os jogos são importantes e em todos temos que lutar para ganhar."
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Gestão a pensar em Chaves? "O jogo importante que temos é amanhã, que vai exigir muito de nós. Temos um plantel muito rico, com várias soluções, jogadores que podem ocupar as mesmas posições e com valor muito semelhante, vamos apresentar a melhor equipa para o jogo."
José Fonte e Rony Lopes jogam? "Não gosto de falar das minhas opções, mas o José Fonte vai jogar seguramente. Precisamos de jogadores que possam estar preparados para dar resposta independentemente das opções do treinador."
Outras razões para o insucesso na sexta-feira? "Gosto de olhar para as razões de quando não ganhamos, assim como de quando vencemos. Temos de sentir a dor de quando perdemos, quem joga no Sp. Braga tem que ficar insatisfeito e desiludido de quando não consegue ganhar, a exigência do Sp. Braga faz com que assim seja. Temos que perceber que quando isso não acontece, podíamos ter feito mais alguma coisa."
Substituições: "No jogo com o Famalicão, mexi na equipa por necessidade física dos jogadores, à exceção do Banza, que entrou para irmos em busca da vitória, ficámos a jogar com dois avançados. A quebra física tirou discernimento e tentei corrigir isso com jogadores mais capazes e frescos, mas a equipa não ficou tão capaz como todos gostaríamos."
Pouco trabalho qualitativo nos treinos: "Este mês é para nós muito difícil, vamos nos 50 dias de trabalho e pouco tempo temos tido para trabalhar o que gostaríamos. Temos feito um trabalho adequado a quem tem jogos de três em três dias, pouco tempo de treino qualitativo, mas aspetos táticos para a equipa poder corresponder, mas esta é realidade."