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Treinador do Sp. Braga destaca bom momento da equipa antes de receber os gansos
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Somado mais um triunfo na Liga Europa, o Sp. Braga pretende voltar às vitórias na Liga Betclic, competição onde não vence há seis jogos. Na antevisão à receção ao Casa Pia, o técnico Carlos Vicens está consciente que é preciso recuperar pontos, mas lembrou o escasso tempo útil do adversário nas oito jornadas anteriores.
Receção ao Casa Pia após duas vitórias (Taça Portugal e Europa):
“As vitórias ajudam a ganhar confiança, com melhor espírito e humor. Assim tem de ser amanhã. Queremos voltar a ganhar na Liga Betclic, competição que temos pendente para conseguir uma vitória no nosso estádio, temos de recuperar. Vimos de um jogo de quinta-feira em que estivemos muito bem, deixámos a pele em campo e os jogadores estão conscientes de que todos são muito importantes e em todas as competições. Necessitamos de todos, e amanhã é um dia desses dias. Vamos enfrentar um adversário difícil que, em contrapartida a nós, é a terceira equipa com menor percentagem de tempo útil de jogo. Sendo assim, vamos jogar 10 ou 12 minutos do que é normal para tentar a vitória. Temos de ter uma força mental de topo, porque viemos de um jogo com ritmo elevado e amanhã será um jogo onde haverá momentos em que esse ritmo vai cair e temos de ser capazes de criar ritmo. Não podemos perder o caminho do que queremos. Temos de mostrar a nossa melhor versão, com uma mentalidade forte e com a intenção de voltar a ganhar,”
Mario Dorgeles pode ser titular?
“Vamos ver como está, vamos ter treino esta tarde, mas estamos muito contentes com o seu regresso. Vimo-lo bem, tem entrado bem, teve a sorte de conseguir um golo e estamos felizes por ele. Vai ajudar-nos muito, certamente.”
É urgente ganhar e subir na classificação?
“Queremos o quanto antes recuperar na Liga Betlic. Os últimos jogos fora não estivemos mal, em Guimarães e em Alvalade, versões muito boas da equipa. Entendo as perguntas, das duas caras, mas a equipa está num processo em diferentes competições e em diferentes momentos; não podemos dizer que temos uma equipa para uma competição e outra para as restantes. Há sempre ambição. Com o Nacional estivemos muito mal, mas fizemos um jogo excecional com o Feyenoord. Não é desculpa, mas isso vai acontecendo contra rivais que enfrentamos com um nível diferente de energia e de exigência. Não pomos uma camisola no campeonato, outra na Liga Europa… Não! Somos o Sp. Braga e os jogadores querem sempre ganhar. Temos de colocar um nível de exigência superior do que aquele que mostrámos na quinta-feira, uma vez há outra vez jogo na quarta-feira e depois no Estádio do Dragão… com uma semana limpa do FC Porto.”
É menos difícil jogar contra equipas que assumem riscos?
“São desafios distintos. Em Bragança, por exemplo, contra uma equipa de uma divisão inferior, que se organizou defensivamente num 5x4x1, tens de assumir e romper e isso não é fácil, tem um custo, porque é mais difícil chegar à baliza adversária. Contra equipas como o Sporting, Feyenoord, Celtic e Estrela Vermelha é diferente e vêm mais à nossa área.”
Pareceu mais interventivo no jogo com o Estrela Vermelha do que o habitual…
“Igual… Estou contente e vejo uma equipa a crescer, que o processo está a surtir efeito. Penso que o jogo com o Estrela Vermelha, e sobre eu estar mais interventivo, tem que ver com muitas coisas, um trabalho intenso, de pressão alta, de estar atento a determinadas coisas. São muitas coisas ao mesmo tempo.”
Derrota com o Nacional foi uma espécie de abanão que a equipa sentiu?
“Uma chamada de atenção importante para a equipa, porque nos fez ver que oferecer aquela versão não é aceitável. Vi os jogadores dececionados com eles próprios e depois desse jogo foram muito conscientes de que aquela versão não podia surgir mais. Mas também no treino pós-Feyenoord não vi falta de atenção ou de foco, sendo que isso é importante. Foi algo que a equipa ficou consciente de que não se pode repetir, porque foi inaceitável.”
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