Carlos Vicens segura espinha dorsal na primeira fase da época
Só um reforço entrou no onze na estreia e base deve manter-se para a 2.ª mão com o Zeleznicar
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A estreia do Sp. Braga na nova temporada mostrou uma versão muito aproximada daquela que foi a base da época anterior. No jogo da 1ª mão da 2ª pré-eliminatória da Liga Conferência, diante do Zeleznicar Pancevo, Carlos Vicens manteve grande parte das opções e escolheu apenas um reforço para o onze, o espanhol Sergi Barcia, sendo que de caras novas apenas lançou Huseinbasic e Gabriel Silva a partir do banco.
Ora, ao que tudo indica, a estratégia será para replicar no encontro da 2ª mão, esta quinta-feira. Numa fase em que a equipa procura criar rotinas em contexto competitivo, o técnico não deverá operar revoluções, de forma a garantir alguma continuidade e um reforço de processos.
Nada que seja inédito, na verdade. Já em 2025/26, na eliminatória disputada frente ao Levski Sofia, que abriu a temporada, Carlos Vicens mexeu pouco da 1ª para a 2ª mão, trocando, na altura ,apenas duas peças, com as saídas de Arrey Mbi e Fran Navarro para as entradas de Niakaté e Roger Fernandes.
Ainda assim, esta situação em nada belisca a satisfação do técnico com os reforços. Tal como já referimos, o balanço interno ao mercado de transferências é muito positivo e as sensações relativamente ao que cada cara nova pode acrescentar são as melhores. Por conseguinte, haverá espaço para mais estreias em breve.
Rotação foi prato forte em 2025/26
Nos momentos de maior densidade de calendário, como se espera que sejam estes primeiros meses de 2026/27, Carlos Vicens já mostrou que não tem problemas em implementar uma rotação elevada entre jogos. Em 2025/26, nos ciclos mais apertados, o técnico mudou várias peças em simultâneo e é expectável que o faça em breve. Para já, prioridade à rotina.