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Carvalhal: «Paulinho está em dúvida... E digo isto sem fazer bluff»
Sobre o futuro, treinador diz que ficará no Minho enquanto a direção, plantel e adeptos quiserem
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Carlos Carvalhal está confiante de que poderá seguir em frente nesta final four da Allianz Cup. Ainda assim, recorda que este será um confronto bem diferente daquele do campeonato, em novembro, quando o Sp. Braga venceu o Benfica, na Luz, por 3-2.
"Os jogos são todos diferentes, não há jogos iguais, esse jogo está no passado e nada relacionado com amanhã. Para amanhã são duas equipas boas, que vão querer ganhar o jogo. Na minha equipa a intenção é seguir em frente, está na máxima força, queremos fazer um grande jogo e esperamos vencê-lo. Cada jogo tem uma história necessariamente diferente. Se valerá essa referência de termos vencido e sentir que podemos vencer de novo, pode ser só esse significado e nada mais que isso. Será uma história diferente, mas com a determinação de tentar chegar à final", comentou o treinador arsenalista, em conferência de imprensa.
"Os outsiders lutam em campo e às vezes, aproveitando a possibilidade de os três grandes não estarem melhor, o Sp. Braga já lhes passou a perna. Não retira ponta de ambição. Amanhã o jogo é com o Benfica, que tem um grande treinador e uma grande equipa. Temos 0% de receio e 100% de respeito", afirmou, tendo ainda abordado a situação física de Paulinho.
"Paulinho está em dúvida ainda. Amanhã vamos perceber se está apto, hoje foi ao campo e ainda sente um desconforto, amanhã vamos ver. Digo isto sem qualquer 'bluff'", apontou o treinador.
Ficará enquanto direção, jogadores e adeptos quiseremConfrontado com recentes afirmações de António Salvador, sobre a vontade de manter Carvalhal no comando por vários anos, o treinador respondeu assim: "A minha situação é menos importante, não tenho pensado muito nisso. Quando cheguei ao Sheffield Wednesday, assinei por um ano, no final tinha ido ao playoff e havia hipóteses de sair. Eu tenho três vetores importantes: o presidente e administração estarem satisfeitas comigo, os jogadores também satisfeitos e motivados, e os adeptos também satisfeitos. Se estes três aspetos convergirem, não é o dinheiro nem outra situação que me faz demover. Não saí do Sheffield porque tinha esses três vetores e podia ter ido para a Premier League. Quando saí não foi por minha iniciativa, mas porque havia insatisfação por parte dos adeptos quanto aos maus resultados. Depois fui para o Swansea. Eu estarei no Sp. Braga enquanto estes três vetores convergirem. Pode durar uma semana, um mês, um ano, 10 anos."