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Internacional português respondeu a algumas perguntas num podcast promovido pelo clube e à margem da cerimónia que assinalou os 410 jogos do futebolista
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Ricardo Horta respondeu a algumas perguntas num podcast promovido pelo Sp. Braga e à margem da cerimónia que assinalou os 410 jogos do futebolista pelo clube. O capitão dos minhotos revelou o que ainda lhe falta ganhar com a camisola bracarense.
Pódio é possível? "Não… isso é sempre pensar jogo a jogo. Temos de nos manter assim, humildes e a fazer o nosso percurso. Estamos a apanhar quem esta à frente, mas o caminho a percorrer é a fazer o nosso trabalho. Sinto que a nossa hora vai chegar".
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Chegada a Braga… "Na altura em que cheguei ao Braga era muito jovem – e ainda sou – e não estava a jogar tanto. O que queria encontrar era isto, mostrar o meu potencial, ter minutos e mostrar o que valia".
O que falta conquistar? "Falta-me ser campeão nacional pelo Sp. Braga. É difícil, há trabalho a fazer. É isso que me falta. Não sei se vou conseguir, mas o clube está a crescer e estamos a encurtar essa distância e, se me dissessem o que falta fazer, digo que gostava de ser campeão nacional".
O jogo que mais o marcou? "A final-four da Taça da Liga, que vencemos a final no último segundo, com um golo meu, contra o FC Porto. Esse jogo foi o que me veio mais à memória".
Golo mais bonito nestes 410 jogos? "Foi contra o Paços de Ferreira, num livre direto".
Forma de liderar… "Quando cheguei tive vários capitães, aprendi com todos e cada um tinha uma forma de liderar. Esta forma de estar que tenho assemelha-se com a do clube".
Momentos mais complicados? "Isso é quando o presidente chega aos balneários aos gritos [risos na sala]. Os mais complicados acontecem quando não temos resultados tão positivos, mas os grupos que temos tido têm dado a volta".
Futuro: "Vou manter-me igual, porque quero evoluir e vou ajudar os meus jogadores para tentar vencer no domingo. Prefiro que as pessoas me recordem como boa pessoa do que como bom jogador".
Seleção ainda no horizonte? "Tive a sorte de na primeira chamada ter sido aos 19 anos e depois fiquei oito anos sem voltar. Quando cá cheguei e as coisas corriam bem passou a ser um objetivo, disputei um Mundial por Portugal, deixei de ir, mas quem sabe se não volto…".
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