Sp. Braga frente ao Boavista

JOÃO TOMÁS (4). Instinto assassino, finalmente. João Tomás vingou-se do azar dos últimos jogos e marcou dois golos plenos de oportunidade. Deu até para fazer grandes passes e falhar mais um tento.

PAULO SANTOS (3). Tentou colmatar a responsabilidade na grande penalidade através de uma estirada que quase detinha o tiro de Guga. Foi mais feliz quando o brasileiro ameaçou o empate com um livre directo, correspondendo em grande estilo.

ABEL (3). Impressionante a sua capacidade para mudar de direcção em velocidade, crucial para o sucesso dos contra-ataques bracarenses. Travou Zé Manuel e dominou o seu flanco.

NEM (3). Incómodo no jogo aéreo, valente quando teve de chocar com Hugo Almeida. Sacudiu Cafú da sua zona e esteve bem a emperrar a dinâmica axadrezada.

NUNES (3). Função vital nas dobras a meio-campo, acompanhando Hugo Almeida ou aparecendo a cortar as linhas de passe boavisteiras a partir das alas.

JORGE LUIZ (3). Parecia deslocado do jogo ao não ter ninguém para marcar, mas da primeira vez em que apareceu fez logo estragos, cruzando para o primeiro golo. Tranquilo mesmo quando Nélson, João Pinto ou Toñito tentaram perturbá-lo.

PAULO JORGE (3). Não se notou que era um trinco improvisado. Geriu bem a sua relação com João Pinto, e procurou os lances aéreos onde Hugo Almeida tentava servir os companheiros. Aos 63m teve uma grande oportunidade mas o golo não surgiu.

ANDRÉS MADRID (3). Estava quase a ouvir-se o apito final e ainda Madrid andava a correr como um louco atrás da bola. Por vezes até abriu alguns espaços nas costas por ser tão dedicado a perseguir os adversários.

CÂNDIDO COSTA (4). Mostrou ao que vinha logo na primeira jogada de perigo do encontro. Ganhou confiança como médio interior direito e fez uma exibição notável e equilibrada, A defender, a passar com qualidade, a encetar lances agressivos com a bola e a servir João Tomás para o segundo golo.

CESINHA (2). Tentou anular o instinto ofensivo de Nélson, mas faltou-lhe um complemento efectivo n resposta bracarenses. Jogador de equipa, oferecia soluções de passe mas nunca resolvia.

WENDER (3). Esteve quase a marcar através de um livre directo, perto do intervalo. Foi destacado para a direita, aparecendo muitas vezes nas costas de João Tomás. Aos 48', viu-se isolado graças a um passe brilhante do ponta-de-lança, mas não decidiu com precisão.

LEONARDO (1). Uma vez mais ao toque de bola faltou o condimento da agressividade. Não foi feliz quando tentou sair a jogar para sacudir a derradeira pressão.

FILIPE (3). Esteve quase a marcar o que seria um golo inesquecível, deixando pregado o meio-campo do Boavista. Talvez se tenha deslumbrado perante Carlos, mas deixou boas indicações.

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