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A emoção tomou conta do "derby". Para a história fica o triunfo do Sp. Braga antes da mudança para o novo estádio. O Vitória vive dias de desespero
Ainda o "derby" estava longe de começar e quem deambulasse pelos arredores do 1º de Maio podia escutar comentários inequívocos. Na despedida do velho estádio, os adeptos arsenalistas só queriam vencer. A festa final valeria por qualquer exibição menos conseguida, desde que bafejada pelo prémio do triunfo. A despedida dourada é que fica na memória, ainda para mais num jogo onde a rivalidade regional ganhou ainda mais peso pelo simbolismo do momento.
Contra um Vitória de Guimarães prisioneiro dos seus fantasmas, o golo de Soderstrom cedo deixou perceber que o diferendo entre minhotos seria resolvido em favor dos interesses bracarenses. Jesualdo Ferreira soltou a trela aos seus quatro homens da dianteira (Wooter, Paulo Sérgio, Wender e Pena), lançando-os para cima de um adversário que entrou em campo contraído. O golo, ao segundo remate, foi bem acolhido por uma equipa que se sente bem no controlo do encontro.
Em desvantagem, os rapazes de Jorge Jesus foram lentamente lutando contra a maré, ocupando os espaços que o Sp. Braga concedia e ensaiando remates que não encontravam a melhor direcção. Vanzini e Soderstrom, à frente da defesa, passavam por um período menos feliz, mas nada que a aposta no contra-ataque não fosse capaz de resolver. Um erro de Rui Ferreira, em lance dividido com Wooter, levou Pedro Henriques a assinalar grande penalidade. Segundo golo apontado por Wender e vida ainda mais difícil para os vimaranenses.
Transformar a partida por completo era o grande desafio de Jorge Jesus para a segunda parte. Olhou para o banco e decidiu apostar em Rafael por troca com Fangueiro. Não aconteceram milagres, mas já se sentia que o Vitória pode não estar em bom momento, mas também não tem ponta de sorte. A excepção foi o remate de Wender que embateu na base do poste da baliza de Palatsi, e que a entrar criaria um elevado risco de descalabro na formação visitante.
Na guerra técnica, Jesualdo quis segurar melhor a bola com Igor, Henrique e Castanheira, enquanto Hugo Cunha e, finalmente, Romeu, foram a derradeira esperança de Jesus. Houve esforço, mas pouco nexo. A derrota foi maquilhada por um remate oportuno de Marco e ainda aconteceu um pequeno susto para a exultante massa adepta arsenalista. Um bom passe de João Tomás foi encontrar Romeu em fora-de-jogo, no verdadeiro canto do cisne de um Vitória em dias de desespero.
Pedro Henriques quis deixar jogar, mas permitiu faltas em demasia e perdoou cartões. Não conseguiu manter-se fiel ao critério adoptado.
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