_

Bruno de Carvalho explica decisão "a bem do Sporting": «Não estamos agarrados ao poder»

• Foto: Lusa

Num comunicado em Alvalade, com outros membros da direção e do Conselho Fiscal ao seu lado, Bruno de Carvalho garantiu que não se vai demitir da liderança do Sporting, pese os acontecimentos recentes no clube e as demissões em massa na Mesa da Assembleia Geral, Conselho Diretivo e Conselho Fiscal, explicando os seus motivos.

"Digo aos sportinguistas que estão aqui presentes membros da direção, Comissão Executiva e Conselho Fiscal. Sporting está a ser alvo de um araque sem precedentes. Mas não nos vamos demitir! Num momento em que se pede racionalidade aos membros dos órgãos sociais, olhamos para o lado e o que vemos? Pressões tremendas para demissões, inclusivamente ameaças a algumas pessoas dizendo-lhes que nunca mais terão trabalho na sua vida, algo que eu acho lamentável. Temos um empréstimo obrigacionista e pedimos agendamento de AG para vos ouvir sobre o que tem ocorrido, para tudo ser tratado de forma tranquila. Mas em vez disso são os de dentro a ajudar nestes ataques, quando temos um jogo importante. As manobras dos rivais já percebemos, mas as manobras dos do clube não são para nós desconhecidas", começou por dizer.

PUB

Bruno de Carvalho salientou que é seu desejo ouvir os sócios sobre o momento conturbado que vive o clube. "O Presidente da MAG tinha agendado reunião com órgãos sóciais. Da nossa reunião saiu a vontade de dar voz aos sócios, que poderia ser marcada no espaço de uma semana. Como dizer que esta direção quer ganhar tempo? Nos próximos tempos vamos averiguar os interesses cruzados na vida do clube", referiu, continuando:

"Não no demitimos a bem do Sporting, pelas responsabilidades que assumimos. Não por estarmos agarrados ao poder. Estamos disponíveis para prestar todos os esclarecimentos, como ficou claro no pedido de uma AG extraordinária. Esse é o local próprio para esclarecer tudo. Temos pela frente temas e números, responsabilidades tremendas e compromissos, como seja um empréstimo obrigacionista, uma reestruturação financeira, uma nova época e tantos objetivos nesta época. Estes compromissos exigem união e coesão. Os que sempre garantiram o normal funcionamento do clube são os únicos órgãos executivos, que estão comigo e sempre estiveram. E sempre continuarão", finalizou.

PUB

Deixe o seu comentário
PUB
PUB
PUB
PUB
Notícias Mais Vistas
PUB